Práticas Pedagógicas

Formando leitores na rede estadual de ensino da Bahia

Formando leitores na rede estadual de ensino da Bahia

As escolas públicas baianas tem muitos desafios em seus cotidiano, fomentar a cultura leitora, entre os estudantes, talvez seja o maior deles.  Muitos estudantes veem a leitura e a escrita apenas como atividades relacionadas à rotina da escola, sem tornar isso um hábito em suas  vidas. Mas existem unidades escolares que enfrentam, com criatividade o desafio de  incorporar  contos, crônicas e poesias ao repertório de conhecimentos dos estudantes.  Os colégios Estaduais Rotary,  Manoel Vitorino e Yêda Barradas Carneiro trazem bons exemplos de experiências de incentivo às atividades de  leitura e escrita que contam com o apoio de professores, estudantes e equipe gestora dessas unidades de ensino.   Nos dias 09 e 10 de outubro o colégio Rotary  localizado no bairro de Itapuã realizou a feira[…]

APAE – Bullying: isso não tem a menor graça!

APAE – Bullying: isso não tem a menor graça!

A Plataforma Anísio Teixeira, na condição de ser um espaço dialógico e, interessada em ampliar cada vez mais seus diálogos, coloca em pauta a Educação Inclusiva como essencial ao compromisso político e social no que tange o processo educativo.

Colaboração e aprendizagem

Colaboração e aprendizagem

Logo no início da formação, ainda na fase de concepção da ideia e desenvolvimento da mesma, os cursistas entenderam e evidenciaram a importância do trabalho coletivo e, sobretudo, colaborativo, para a boa realização das atividades, não só audiovisuais, mas de toda e qualquer produção que objetivem.

A Rede no 1° EDUCOM

A Rede no 1° EDUCOM

Aos 22 de outubro de 2019, a Rede Anísio Teixeira participou do 1° EDUCOM. O encontro marcou o lançamento da Plataforma Educacional do Município de Lauro de Freitas-BA, cidade localizada na Região Metropolitana de Salvador.

Ser ou não ser, professor?

Ser ou não ser, professor?

A palavra “Professor” tem origem no Latim, sendo uma derivação de Professus que significa “pessoa que declara em público” ou “aquele que afirmou publicamente”. Mas que ironia! Há tempos não vejo está declaração em público, será por desprestígio? Será por desvalorização econômica e social? Ou será por simples ressignificação?

Curso de Apropriações Tecnológicas na Educação Básica – ATEB

Curso de Apropriações Tecnológicas na Educação Básica – ATEB

Caros leitores, Hoje iremos falar de uma importante ação que contribuiu para a educação baiana,  realizada no Instituto Anísio Teixeira. Trata-se do curso de Apropriações Tecnológicas na Educação Básica – ATEB, que teve início no dia 30 de agosto deste ano. O propósito do curso é contribuir para a melhoria da educação básica por meio do estímulo às apropriações tecnológicas críticas, lúdicas, contextualizadas e colaborativas nos processos de ensino e aprendizagem que se desenvolvem nas escolas da Rede Estadual de Ensino. O curso é dividido em quatro módulos. Eles abordam as Tecnologias da Informação e Comunicação – TIC e Tecnologias Digitais em Rede – TDR com foco nas Tecnologias Educacionais, Mídias Livres e introdução aos processos de produção, compartilhamento, decupagem[…]

Conhecimento, cultura e poder na contemporaneidade: tecendo olhares outros

Conhecimento, cultura e poder na contemporaneidade: tecendo olhares outros

As dimensões do conhecimento, da cultura, da economia e da política ganham novos contornos na contemporaneidade, rompem e ao mesmo tempo reproduzem diversas formas tradicionais de saber e de viver. As revoluções tecnológicas vivenciadas na virada do milênio ganham alcance global e passam a influenciar cada vez mais os nossos cotidianos. Neste momento trava-se uma disputa político-ideológica em torno dos direitos e deveres das pessoas no que diz respeito ao acesso ao conhecimento, à liberdade de expressão, à privacidade, à diversidade cultural e à ética no uso das tecnologias digitais. A força e o interesse do mercado se colocam como protagonistas nas definições dos rumos do desenvolvimento científico e das apropriações tecnológicas. Na maioria das vezes as pessoas passam a[…]

A Cultura Maker nas escolas

A Cultura Maker nas escolas

As práticas de ensino vivenciadas nos dias atuais, tanto nos espaços formais, como as escolas, quanto nos informais, estão entre as atividades mais antigas ainda desenvolvidas. É claro que com algumas mudanças em decorrência dos passar dos anos. Segundo Blikstein (2013), um professor do século XVI, embora tivesse que fazer um grande esforço para compreender os avanços no conhecimento, ele teria pouco trabalho para adaptar suas práticas de ensino ao modelo atual. Ele ainda menciona que técnicas como memorização e procedimentos teóricos ainda estão presentes nos métodos de ensino e aprendizagem, tanto da educação básica, quanto do ensino superior. Embora haja muitos resquícios de uma educação tradicional, pode – se dizer que houve alguns avanços no processo de ensino e[…]

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