temas transversais

Com a palavra, Ninfa Cunha

Com a palavra, Ninfa Cunha

Em conversa com o Blog da Rede, gestora do Espaço Xisto Bahia fala de acessibilidade, educação e cultura O Blog da Rede bateu um papo muito interessante com Ninfa Cunha, produtora cultural, relações públicas, dançarina-intérprete e, atualmente, gestora do Espaço Xisto Bahia; função que exerce desde dezembro de 2015. Na conversa, Ninfa levantou questões importantes para a convivência em sociedade. A temática da acessibilidade esteve na pauta e ela, assertiva como sempre, pontuou que é preciso dar um passo a cada dia, mas que, pelo menos, a questão já é debatida. Assista ao vídeo abaixo e veja a opinião da gestora.   Em outro momento, Ninfa falou de toda a discussão gerada a partir do tema da prova de Redação[…]

AIDS: o que pensam os adolescentes?

AIDS: o que pensam os adolescentes?

Estudante-repórter: Paloma Almeida* Olá, galera! Tudo bem ? AIDS- ontem e hoje: o que pensam os jovens? Nós fomos atrás dessa resposta! Segundo Bianca Sobrinho, 18 anos, estudante do Centro Estadual Educação Profissional em Gestão e Negócios do Centro Baiano Professora Felicidade de Jesus Magalhães, que fica em Jacobina, “AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) não é um assunto muito aprofundado nas escolas, se aprofundam mais nas DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) no geral”. Ela relata também que o motivo de escolher e aprender mais sobre esse tema foi por curiosidade. Ainda disse que o índice de pessoas que fazem tratamento no hospital que fez a pesquisa, na sua cidade, é de 30% a 40% . Para ela, o fato da incidência[…]

Vai ter empoderamento da mulher na tecnologia, sim!

Vai ter empoderamento da mulher na tecnologia, sim!

Estudante-repórter: Gilana Ferreira* No quarto dia da Campus Party Bahia, na Arena Fonte Nova, ocorreu uma palestra sobre o empoderamento feminino na área de tecnologia. O grupo responsável pela palestra foi o OxenTI Menina!, cujo objetivo é levar a tecnologia para as meninas carentes que ainda não escolheram uma profissão ou então têm interesse em participar dessa área, promovendo a tecnologia de uma forma social, através de discursos, palestras, workshops e até mesmo minicursos, além de promover o empoderamento da mulher. “A gente tem essa proposta de tentar atrair mais mulheres para a área e levar inovação, criatividade, estimular o desenvolvimento, estimular o empreendedorismo social”, disse Jamille Cerqueira, uma das palestrantes e cofundadora do grupo. “A ideia surgiu no Technovation.[…]

Os “invisíveis” da Campus Party

Os “invisíveis” da Campus Party

Estudante-repórter: Gilana Ferreira* A Campus Party Bahia está sendo um sucesso: palestras, protótipos, campeonatos, você encontra tudo que estiver relacionado a tecnologia. Mas você já parou para pensar nos profissionais cujo trabalho é garantir o bem-estar e segurança das pessoas que estão no evento? Será que eles são lembrados? Será que são bem tratados? “Por incrível que pareça, quase fui destratado”, disse um dos seguranças da Campus, Bruno Silva. “Eu estava revistando uma mochila e lá tinha computador, notebook e a pessoa achou ruim. Algumas pessoas têm que entender que só estamos fazendo o nosso trabalho”. Jaqueline Cordeiro, membro do Corpo de Bombeiros, também opinou: “O fato é que muitas vezes estamos trabalhando e esse evento depende muito da gente,[…]

Cultura Indígena Projetada

Cultura Indígena Projetada

Uma sala de projeção, escura. Sinal de que uma sessão de cinema está prestes a começar. Contudo, não se trata de uma sessão comum, bem que poderia ser. Em poucos instantes, o público vai se deparar com produções audiovisuais realizadas e protagonizadas por povos indígenas. A situação narrada pode até parecer ficção, principalmente quando a gente pensa na realidade desses povos no nosso país, mas não é. A cena descrita aconteceu durante o Cine Kurumin, em Salvador, no último dia 13, quando o Palacete das Artes recebeu parte da programação do evento. Tendo a frase “Da minha aldeia vejo o mundo” como uma forma de provocar, a mostra chegou à 6ª edição com status de festival, promovendo bate-papos após as[…]

O baianês nosso de todo dia

O baianês nosso de todo dia

Colé de mermo! Tá tudo massa? Hoje, a gente vai trocar uma ideia sobre o baianês. Você tá ligado? Não precisa ficar agoniado, não. É de boa! Tá rebocado! Só não vamos entrar na molequeira, porque a coisa aqui é séria. Brincadeiras à parte, se você é baiano, já prestou atenção ao nosso modo de falar? Temos uma forma própria de nos expressar e, muitas vezes, a gente não atenta para isso. Essa forma, obviamente, não é homogênea, padronizada, mas faz parte dos nossos costumes. Repare como eu comecei este texto. Oxe! Olha o baianês aí de novo! O baianês é um dialeto do português brasileiro, cujo uso frequente se dá no estado da Bahia. Ele é formado por palavras e[…]

Duas faces de uma mesma prática

Duas faces de uma mesma prática

“A leitura é muito mais do que decifrar palavras. Quem quiser parar pra ver pode até se surpreender: vai ler nas folhas do chão, se é outono ou se é verão; nas ondas soltas do mar, se é hora de navegar; e no jeito da pessoa, se trabalha ou se é à-toa…” O trecho acima, do poema Aula de Leitura, do escritor, ilustrador e pesquisador paulista Ricardo Azevedo, mostra como a leitura é uma prática que nos enche de possibilidades de ver o mundo. Através dela, a gente decifra tudo, até as coisas consideradas mais difíceis. Por mais clichê que pareça, para quem lê, a vida tem outra face e várias facetas. Quem lê, de fato, se torna possível e[…]

Feminismo: isso é coisa de quem luta por igualdade de direitos

Feminismo: isso é coisa de quem luta por igualdade de direitos

Em 2015, o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) trouxe temáticas que estão na pauta do movimento feminista em duas de suas provas: a de Redação e a de Ciências Humanas e suas Tecnologias. Obviamente, o fato de os responsáveis pelo ENEM abordarem tal assunto não foi à toa. A necessidade de discutir feminismo parte de uma demanda social urgente, que tem no seu cerne a luta por direitos iguais para todos os gêneros. De acordo com a historiadora e cientista política Céli Regina Jardim Pinto, “a chamada primeira onda do feminismo aconteceu a partir das últimas décadas do século XIX, quando as mulheres, primeiro na Inglaterra, organizaram-se para lutar por seus direitos, sendo que o primeiro deles que se[…]

Você é o que você compartilha

Você é o que você compartilha

Sete de fevereiro consta no calendário como o Dia da Internet Segura. De acordo com o site da Safernet, o dia foi criado pela Rede Insafe na Europa a fim de promover “atividades de conscientização em torno do uso seguro, ético e responsável das TICs, nas escolas, universidades, ONG’s e na própria rede” [sic]. A ação é importante para fazer com que as pessoas reflitam sobre como as Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) podem ser usadas para o bem e para o mal. Um exemplo evidente dessa dicotomia está presente na internet. Ao mesmo tempo em que ela é uma ferramenta de democratização do conhecimento, que contribui para a transformação social (muitos movimentos políticos ganharam vida por causa[…]

Resenha PW ⇨ Riachão: o cronista do samba baiano

Resenha PW ⇨ Riachão: o cronista do samba baiano

Oi! Tudo bem? Ontem, 27 de novembro de 2016, completaram-se cem anos do registro do samba Pelo Telephone (assim mesmo, com “ph”, respeitando a grafia da época), no Departamento de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional. A obra, de autoria de Ernesto Joaquim Maria dos Santos, o famoso Donga, é considerada o primeiro samba brasileiro. E, no ano em que o gênero completa cem anos de existência, que tal conhecer um pouco mais sobre a vida e a obra de Riachão, um de nossos sambistas contemporâneos mais festejados? Em 2009, a Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (ALBA) publicou o livro Riachão: o cronista do samba baiano, escrito pela jornalista Janaína Wanderley da Silva. A biografia integra a coleção Gente da[…]

Nossos Colaboradores