Temas Transversais

Lendo a TV

Para você, tudo que passa na TV é, de fato, verdadeiro? Quantas vezes nos deparamos com afirmações do tipo: “Claro que é verdade! Eu vi passando isso na TV”? Pois é. Interpretar de forma crítica aquilo que é veiculado numa emissora de TV é um passo importante para que a gente não se deixe levar por ideologias que, muitas vezes, estão implícitas num discurso sedutor. Se hoje, quando se fala em tela, a referência das pessoas é o celular ou o computador; no Brasil, na década de 50 do século passado, a televisão foi o principal símbolo. Por aqui, a primeira transmissão de TV aconteceu em 18 de setembro de 1950. Amanhã, portanto, faz 65 anos de presença da TV[…]

Hello, folks!

Vamos aprender sobre clothes? Antes, daremos um giro para entender duas palavras que têm tudo a ver. Que tal falarmos sobre consumo? Ou melhor, consumismo? Oxente! E não é a mesma coisa? Bem… No consumo, as pessoas compram somente o necessário e está relacionado à sobrevivência presente ou futura. Ao passo que o consumismo é caracterizado pela aquisição daquilo que não é necessário ou não está intimamente ligado à sobrevivência. Hoje vivemos numa aldeia global, onde o consumismo é a palavra de ordem para muita gente. Depois da Revolução Industrial, o mundo nunca mais foi o mesmo. A forma como as pessoas se vestiam foi alterada. Com o surgimento do capitalismo, a aquisição de produtos também foi modificada. Consumir, na[…]

De ponto em ponto e de tecla em tecla

Hoje, estamos iniciando uma semana temática aqui no blog. O assunto da vez é Educação Especial. Vamos refletir sobre isso? Fique à vontade para discutir com a gente, através dos comentários. A sua participação é muito importante! O Sistema Braille (SB) é um código universal de leitura tátil e escrita, utilizado por pessoas com deficiência visual. Ele foi criado pelo francês Louis Braille, em 1825. No Brasil, foi adotado em 1854, de acordo com informações do Ministério da Educação (MEC). O SB trouxe ganhos significativos para a educação, pois possibilitou uma integração mais ampla das pessoas com deficiência visual na sociedade. Em 2006, o MEC publicou, através da então Secretaria de Educação Especial (atual Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade[…]

Existe Água Virtual?

Essa expressão foi homologaolvida pelo geógrafo inglês Tony Allan, no início da década de 1990.  Trata-se da água invisível, incorporada nos alimentos desde a plantação, cultivo, cozimento e outros processos, como na fabricação de produtos industriais que são comercializados e levados de um lugar a outro.  Envolve todas as etapas da produção, até o consumo. A água, líquido precioso, indispensável a todos os seres vivos, não renovável, não fabricável e que já vem pronto, direto da mãe-natureza, nem sempre é tratado com o devido grau de importância. Para algumas pessoas, o uso da água traz preocupações com o temor da escassez dos recursos indispensáveis à continuação da jornada humana no planeta. Para outras, uma inquietude frente às responsabilidades para com as gerações futuras. De um modo ou[…]

Teatro Vila Velha e Escolas: nada de monólogo, um diálogo possível!

Em teatro, monólogo é uma peça ou cena em que um único ator representa, só ele fala. O diálogo se caracteriza pela conversa entre duas ou mais pessoas, pela troca de ideias e opiniões. Este foi o objetivo do 1º Encontro #EscolasNoVila, promovido pelo Teatro Vila Velha (TVV): dialogar. Educadores foram convidados para ir ao Vila a fim de conhecer os projetos do teatro e de pensar meios para estabelecer parcerias. A troca foi e é a tônica da iniciativa. De graça, não tem graça No encontro, os professores conheceram um pouco mais sobre alguns dos projetos do Vila Velha e ficaram por dentro do que vai acontecer no espaço até maio de 2016. Contudo, o protagonista foi, obviamente, o[…]

O indígena está conectado!

Enquanto discute-se o uso de tecnologias digitais na educação, principalmente, o uso de redes sociais e tecnologias móveis, ao que parece, os povos indígenas já consolidaram o uso das TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação). Veja como este processo está ocorrendo visitando o site da organização Povos Indígenas no Brasil, acessando o link: http://pib.socioambiental.org/pt/c/iniciativas-indigenas/autoria-indigena/sites-indigenas#1. Nesse site, você vai encontrar as principais organizações e iniciativas indígenas na rede mundial de computadores. Aqui no PW, algumas postagens também já mostraram a apropriação das TICs . Veja a postagem do dia 01/04/2015: /2015/04/01/vai-camera-vai-audio-sou-indio-acao/.E a postagem do dia 09/04/2014: /2014/04/09/povos-indigenas-do-nordeste-se-apropriam-das-tecnologias-para-afirmar-cultura-e-brigar-por-direitos/ Como você pode constatar nesses links, as comunidades indígenas usam as TICs para o resgate e a preservação da sua cultura e para lutar[…]

Indígenas do Centro-Oeste Baiano Lutam pelo Reconhecimento

A pele é acobreada, os cabelos negros, olhos puxados, vivem da pesca e dançam o ritual do Toré. Essas características não deixam dúvidas de que grupo étnico estamos tratando. Sim, eles são indígenas, mas ainda lutam pelo reconhecimento. Na região do Centro-oeste baiano, existem duas etnias que se encontram nessa situação. São eles: os Potiguara e os Tapuia. Originários da Paraíba, os Potiguara, da região do São Francisco, são uma grande família constituída pelo Sr. Antonio França e sua esposa. Maria Leda dos Santos, filha do casal, hoje é a cacique. É ela quem lidera as empreitadas burocráticas em busca do reconhecimento à condição de povo indígena. Devido à distância e ao tempo de afastamento, a cultura potiguara foi esquecida, por[…]

Das naus aos dias atuais

Quando os europeus vieram em suas naus1 adentrar as terras desconhecidas da América, eles não sabiam o que estavam prestes a descobrir.  Buscavam um novo caminho para a Índia e suas rotas eram semelhantes. A Espanha e o Portugal da época da grande expansão marítima eram as potências mundiais. Dominavam a ciência e a tecnologia2 homologaolvida por diversos sábios de outros povos (especialmente astrônomos, matemáticos e cartógrafos) e tinham um investimento alto numa política de expansão, extração de riquezas e colonização. Os portugueses eram mais flexíveis que os espanhóis quanto à religião destes sábios. Muitos dos conselheiros que D. João II reuniu para homologaolver os conhecimentos náuticos eram, em sua maioria, sábios judeus expulsos da Espanha em 1492. Se hoje em[…]

Abril Indígena na UFBA

Desde o início de abril, a Universidade Federal da Bahia está promovendo o evento Abril Indígena na UFBA. Na programação, oficinas, mostra de filmes, mesas e rodas de conversa. Veja a agenda para os próximos dias e programe-se! ||AGENDA|| Mesa Movimento Indígena na Bahia, com Aruã Pataxó e Uilton Tuxá. Mediação: Kâhu Pataxó, 23/4, às 14h. Exposição Tonã – ritual da preservação | Sarau Minha Aldeia é o Mundo – Declamação das poesias vencedoras do I concurso de poesia Abril Indígena, 23/4, às 16h. Local: Museu de Arqueologia e Etnologia da UFBA _____________ Mostra de filme II: Quando os Yãmiy vêm dançar conosco| Palestra Políticas Culturais e Povos Indígenas: diálogos interculturais, com Marina Vieira, 24/4, às 9h30 Roda de conversa com Mulheres[…]

Os Índios ou Povos Indígenas?

Os Índios ou Povos Indígenas?

Você usa a expressão  “os Índios” para se referir aos povos indígenas? Saiba que o uso desse termo não está correto e reflete uma visão carregada de preconceito. As culturas indígenas são múltiplas, portanto, não existem expressões culturais singulares que possam identificar todas as etnias indígenas. Dizer “os índios” significa reduzir as culturas indígenas a um bloco único, essa atitude reflete uma visão estereotipada de povos, que são caracterizados, exatamente, pela diversidade de suas culturas. No episódio “Povos indígenas“, do programa Intervalo, vemos que cada grupo étnico indígena  apresenta características específicas, também aprendemos que eles são sujeitos contemporâneos, que vivem de acordo com as mudanças propostas pela sociedade. Assim, existem povos que vivem mais próximos ao litoral e assimilaram alguns[…]

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