Temas Transversais

Mostra de Cinema Indígena Chega a Salvador

A 5ª edição do Cine Kurumin chega pela primeira vez a Salvador, abrindo o calendário audiovisual de 2016 na Bahia. De hoje até 6 de março, o Palacete das Artes será palco da exibição de 32 produções de temática indígena, entre curtas, médias e longa-metragens – a maior parte inédita no circuito comercial. As tradicionais mostras a céu aberto tiveram início nas aldeias Tumbalalá, em Abaré, de 26 a 28 de fevereiro, e seguirá para Kiriri, em Banzaê, de 1º a 3 de abril. O projeto conta com apoio financeiro do Fundo de Cultura da Bahia, mecanismo de fomento gerido pelas secretarias de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA) e da Fazenda (Sefaz), através do edital Agitação Cultural: Dinamização de Espaços[…]

Gênero e Sexualidade em Discussão

Oi, pessoal! Tudo bem? As discussões acerca da temática Gênero e Sexualidade estão presentes nos mais diferentes espaços sociais e fazem parte da agenda do dia de instituições que acompanham os debates da atualidade, a fim de contribuir para a construção de uma sociedade mais consciente. Nesse sentido, o Blog do Professor Web e da Professora Online não pode ficar alheio a isso tudo e, mais uma vez, dedica uma semana temática para refletir sobre o assunto. A escola, como importante espaço de formação cidadã, deve estar atenta para o que acontece dentro e fora de seus limites. A educação, para ter sentido, faz um diálogo com o mundo. Por isso, dar destaque a questões voltadas para gênero e sexualidade[…]

2ª Mostra do Dance – 4º Encontro Estudantil

Estudante-repórter: Tayline Alves E aí, galera! Neste vídeo, você vai conferir a 2ª Mostra do Dance que consiste em 15 apresentações de dança realizadas em 744 escolas da Rede Estadual. Nesta reportagem, você vai conferir algumas destas apresentações.   Abraços!   Tayline Alves tem 17 anos, é estudante do Colégio Estadual Polivalente do Cabula, que fica em Salvador, e faz parte da equipe de Cobertura Colaborativa Estudantil.

Para empreender e inovar no 4° Encontro Estudantil

Estudante-repórter: Lucicarla Lima Olá, galera! Quando pensamos em empreendedorismo, muitas ideias surgem. No 4° Encontro Estudantil, teve espaço para discutir a temática, através da palestra Empreendorismo para Estudantes, ministrada pelo professor de biologia Adaltron Araújo, que trabalhou o assunto de uma forma mais voltada para os adolescentes. Empreendendorismo vem do verbo empreender, que significa resolver algum problema. Hoje, noś temos muitos exemplos de grandes empreendedores pelo mundo. Adaltro defendeu o seu ponto de vista em relação ao empreendedorismo na sociedade: “Hoje, falei do empreendedorismo de uma forma mais voltada pra o protagonismo juvenil, ajudando esses jovens que estão apresentando seus projetos na Feira de Ciência e Matemática, de forma que eles possam transformar seus projetos em empreendimentos”. Além de transformar,[…]

Juventude e Mundo do Trabalho – 4º Encontro Estudantil da Rede Estadual

Estudante-repórter: Tayline Alves E aí, pessoal! Nesta reportagem, conhecemos alguns detalhes das Mesas de Interesse Juventude e Mundo do Trabalho. Temas contemporâneos e a  inserção do jovem no mercado de trabalho foram alguns assuntos abordados. Confiram o vídeo:                     Tayline Alves tem 17 anos, é estudante do Colégio Estadual Polivalente do Cabula, que fica em Salvador, e faz parte da equipe de Cobertura Colaborativa Estudantil

Carolina Maria de Jesus: da favela para o mundo

O ano era 1958 e o jornalista Audálio Dantas tinha ido até a favela do Canindé, em São Paulo, para fazer um registro do cotidiano dos seus moradores. Carolina de Jesus, mulher negra, catadora de papel, já há algum tempo procurava alguém que publicasse os seus escritos. Ao saber da presença do jornalista na favela, convidou-o a ler algumas linhas que escrevera nos cadernos que encontrava no lixo. O encantamento de Audálio foi imediato. Rapidamente, percebeu que ninguém melhor que Carolina para contar sobre as mazelas daquele lugar. Em 1960, quando o livro Quarto de despejo foi lançado, vendeu mais de 100.000 cópias, batendo todos os recordes editorias para a época. Traduzido em 13 línguas, o livro foi vendido em[…]

O que comemorar. O que ensinar

O nosso calendário escolar é repleto de datas comemorativas, de caráter civil, religioso ou cultural. A escola integra um contexto social mais amplo e é fato que tais datas, ou o trabalho pedagógico em torno delas, ocupam o cotidiano escolar, influenciando definitivamente a formação dos estudantes. Em novembro, mês em que se comemora a Consciência Negra, vale reiterar as proposições feitas neste blog sobre as abordagens que realmente podem colaborar para uma formação cidadã. Nesse sentido, vale uma leitura cuidadosa da lei federal nº 10.639/03, que torna obrigatório o ensino de História e Cultura Africana e Afro-Brasileira nas escolas de Ensino Fundamental e Médio, com o objetivo de promover uma educação que reconheça e valorize a diversidade, comprometida com as[…]

Maria Felipa – A heroína negra esquecida

Maria Felipa –  A heroína negra esquecida

Olá, pessoal! Quem aporta nas praias da Ilha de Itaparica, localizada na Baía de Todos os Santos, talvez nem possa imaginar que naquelas areias percorreu bravamente a figura que teve papel crucial nas lutas pela Independência da Bahia. Contrariando a conjuntura de sua época, que, às mulheres, sobretudo às mulheres negras, eram destinados servis papéis de subordinação na sociedade, Maria Felipa de Oliveira fez palco na história e atuou bravamente na liderança de seu território em busca de melhores tempos para o seu povo. Diferentemente de mulheres que atuaram nas disputas que culminaram no 2 de julho, a exemplo de Maria Quitéria e Joana Angélica, a guerreira itaparicana teve o seu nome diminuído na história oficial e foi relegada ao[…]

AFRObetizando: abadá ou abatá?

Imagem: http://outraspalavras.net Axé, mano! Hã? Calma, xará! Falta pouco! Carnaval está chegando! A propósito, já comprou seu abadá? Nem só de português vive o português! Se você é tagarela, então vamos bater um papo! Você sabia que, muito do que falamos tem sua origem em línguas africanas e falamos “africanglês”? Talvez, nem precise andar com um dicionário na mochila! Pra ninguém mangar de você e achar que você é um babaca, é melhor se informar! E se alguém te chamar de dengoso, ligue não! Só não dê uma de nenê! Você não precisa mais de nenhuma babá. Também não vale xingar, ficar ranzinza ou se encher de cachaça! Anda meio borocoxô? Está com calundu porque não achou ainda um xodó?[…]

Resenha PW: Afro-Brasil em Cordel, de Nezite Alencar

“‘ – O que sabemos da África?’” boa pergunta foi feita porque a nossa visão sobre a África é muito estreita ou melhor, manipulada, distorcida e deformada, mas até agora ‘aceita’. A lei enfim determina que seja a África estudada. É justa, é necessária e também muito acertada. A visão colonialista, tão injusta e elitista tem de ser desmacarada”. As duas estrofes acima abrem o excelente livro Afro-Brasil em Cordel, de Nezite Alencar, escritora e historiadora cearense. Publicada pela primeira vez em 2007, a obra é toda escrita em literatura de cordel e traz informações eslcarecedoras sobre a história da África e dos negros no Brasil. Com um tom crítico na medida certa, Nezite fala sobre o preconceito que existe[…]

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