Sociologia

Ser aprendiz , não existe tempo para aprender

 No último dia do 4º Encontro Estudantil, ocorreu a Premiação do Concurso Literário Roda de Prosa dos alunos do TOPA. O Topa ( Todos pela Alfabetização) realiza projetos de alfabetização com jovens, adultos e idosos desde 2007, homologaolvido pela Secretária da Educação e o governo federal. Já alfabetizaram mais de 1,3 milhões de pessoas que não tiveram a oportunidade de estudar na idade regular. Elenice Silva , 59 anos , dona de casa, de Ipiaú , aluna do projeto e autora do poema cujo título é ” TOPA”, relata que com essa iniciativa aprendeu ainda mais que escrever, ler e a criar poemas, foi um aprendizado que conservará para toda a sua vida.  Ela está feliz em participar da premiação,[…]

Matemática e suas diversas funções

Estudante-repórter: Érica de Jesus Olá, galerinha! A Feira Baiana de Matemática visa implementar melhorias para problemas no cotidiano estudantil e educacional. Nessa edição, a Secretária da Educação do Estado promove a 5° Feira de Ciências da Bahia ( Feciba) e a 10° Feira Baiana de Matemática ( FBM), expondo de 240 trabalhos de estudantes de diversos municípios do Estado. Alberto Amorim Filho, 49 anos, é professor e orientador da disciplina geografia e do Projeto “ Planetário na escola : Uma proposta para popularizar a astronomia e o software livre na sala de aula ”, Colégio Estadual Teotônio Vilela ( CETV), Feira de Santana. O professor também orientou os subprojetos: Astro engenharia , Luar do Sertão, Matemática e Astronomia e Telescópios[…]

Memorial do TOPA: A Arte de Lembrar 4º Encontro Estudantil

Por: Joalva Moraes   Olá, pessoal! Passeando pelo 4º Encontro Estudantil, encontrei um espaço dedicado ao projeto que luta contra o analfabetismo em nosso estado, o Memorial do TOPA: A Arte de Lembrar. O TOPA (Todos pela Alfabetização) existe desde 2007 e já contribuiu com mais de um milhão de jovens, adultos e idosos a aprenderem a ler e escrever. No Memorial, podemos encontrar material didático utilizado pelos alfabetizadores, fotos, trabalhos escolares e artesanato feito pelos estudantes, além de outros itens que ajudam a contar a história do TOPA. Branca Queiroz, assessora da Superintendência, informou que o projeto está presente em todos os municípios baianos, funcionando em salas de aulas de Unidades Escolares ou em espaços cedidos por outras instituições[…]

Juventude e Mundo do Trabalho – 4º Encontro Estudantil da Rede Estadual

Estudante-repórter: Tayline Alves E aí, pessoal! Nesta reportagem, conhecemos alguns detalhes das Mesas de Interesse Juventude e Mundo do Trabalho. Temas contemporâneos e a  inserção do jovem no mercado de trabalho foram alguns assuntos abordados. Confiram o vídeo:                     Tayline Alves tem 17 anos, é estudante do Colégio Estadual Polivalente do Cabula, que fica em Salvador, e faz parte da equipe de Cobertura Colaborativa Estudantil

Carolina Maria de Jesus: da favela para o mundo

O ano era 1958 e o jornalista Audálio Dantas tinha ido até a favela do Canindé, em São Paulo, para fazer um registro do cotidiano dos seus moradores. Carolina de Jesus, mulher negra, catadora de papel, já há algum tempo procurava alguém que publicasse os seus escritos. Ao saber da presença do jornalista na favela, convidou-o a ler algumas linhas que escrevera nos cadernos que encontrava no lixo. O encantamento de Audálio foi imediato. Rapidamente, percebeu que ninguém melhor que Carolina para contar sobre as mazelas daquele lugar. Em 1960, quando o livro Quarto de despejo foi lançado, vendeu mais de 100.000 cópias, batendo todos os recordes editorias para a época. Traduzido em 13 línguas, o livro foi vendido em[…]

Maria Felipa – A heroína negra esquecida

Maria Felipa –  A heroína negra esquecida

Olá, pessoal! Quem aporta nas praias da Ilha de Itaparica, localizada na Baía de Todos os Santos, talvez nem possa imaginar que naquelas areias percorreu bravamente a figura que teve papel crucial nas lutas pela Independência da Bahia. Contrariando a conjuntura de sua época, que, às mulheres, sobretudo às mulheres negras, eram destinados servis papéis de subordinação na sociedade, Maria Felipa de Oliveira fez palco na história e atuou bravamente na liderança de seu território em busca de melhores tempos para o seu povo. Diferentemente de mulheres que atuaram nas disputas que culminaram no 2 de julho, a exemplo de Maria Quitéria e Joana Angélica, a guerreira itaparicana teve o seu nome diminuído na história oficial e foi relegada ao[…]

20 de Novembro: "Eu sou negão/Eu sou negão/Meu coração/É a liberdade!"

“Ter o 20 de novembro como data oficial é uma forma de luta já em nível nacional, daqueles que, com amargura, sofrem em bela pele escura discriminação racial. […] Que as várias etnias convivam em fraternidade, a beleza do país está na diversidade; convivamos como iguais, mas que o negro jamais perca a sua identidade”. Oi,  pessoal! Somos todos da mesma espécie! Somos todos iguais! Somos todos negros! Fonte: www.rizomas.net/ Vou falar do legado histórico de uma pessoa que nasceu na mesma cidade em que eu nasci. Foi em União dos Palmares, cidade localizada no interior de Alagoas, sinônimo de “União, Luta, Liberdade, Resistência e Enfretamento” devido a Zumbi dos Palmares, o mais legítimo guerreiro de resistência negra que nasceu[…]

AFRObetizando: abadá ou abatá?

Imagem: http://outraspalavras.net Axé, mano! Hã? Calma, xará! Falta pouco! Carnaval está chegando! A propósito, já comprou seu abadá? Nem só de português vive o português! Se você é tagarela, então vamos bater um papo! Você sabia que, muito do que falamos tem sua origem em línguas africanas e falamos “africanglês”? Talvez, nem precise andar com um dicionário na mochila! Pra ninguém mangar de você e achar que você é um babaca, é melhor se informar! E se alguém te chamar de dengoso, ligue não! Só não dê uma de nenê! Você não precisa mais de nenhuma babá. Também não vale xingar, ficar ranzinza ou se encher de cachaça! Anda meio borocoxô? Está com calundu porque não achou ainda um xodó?[…]

Amanhã é dia de branco?

Era uma vez… Veja o que ele fez. Ou melhor, o que ainda faz! Inicio aqui minha provocação: será que não vivemos o apartheid social no nosso estado, no nosso país? Para começo de conversa, o apartheid é uma palavra oriunda do africânder apartheid, que significa “separação” em africano. Apartheid foi um regime segregacionista e separatista da África do Sul, que deixou marcas ao longo da história. Ele negava, rigorosamente, os direitos sociais, econômicos e políticos dos negros, que eram controlados por uma minoria branca de europeus ( holandeses e ingleses). O regime vigorou até 1994. Um dos principais ícones na luta contra o apartheid foi Nelson Mandela. No Brasil, muito se lutou e se luta pelos direitos e oportunidades[…]

Vamos contar um conto?

Vamos contar um conto?

O episódio em questão do quadro Ser professor, do programa Intervalo, fala sobre a arte de contar um conto. Neste episódio, apresentaremos o projeto da professora Gilbene Esquivel – O prazer do conto. O projeto consiste na utilização da literatura de cordel como ferramenta cultural e identitária para o ensino de história. A professora Gilbene Esquivel leciona no Colégio Estadual Germano Machado Neto, localizado no bairro de Marechal Rondon. Ela realiza um trabalho que alia os conteúdos de história à poesia, utilizando como metodologia o cordel como instrumento de ensino e aprendizagem. Esse trabalho se inicia com oficinas, ministradas pela arte-educadora Gilbene Esquivel, com duração de 10 horas: 4 horas para o ensino do cordel, 2 horas para conhecerem a[…]

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