Pluralidade Cultural

Cine PW – Bichas, o documentário

Olá, cinéfilos! Tudo bem? Estamos na semana de Gênero e Sexualidade e, para fomentar essa discussão, o Cine PW traz a obra “Bichas, o documentário”, um filme que retrata a vivência de seis jovens e as barreiras sociais que são encontradas no dia a dia. Dirigido por Marlon Parente, esse documento propõe uma revisão no olhar sobre a palavra “bicha”, que é comumente usada de forma ofensiva para ser tomada como um elogio, através da afirmação e do orgulho de ser homossexual. O documentário, que foi lançado dia 20 de fevereiro de 2016, apresenta também um diálogo sobre a violência e a intolerância, através das histórias que são contadas. As falas dos entrevistados provocam uma reflexão sobre os efeitos da[…]

Ser aprendiz , não existe tempo para aprender

 No último dia do 4º Encontro Estudantil, ocorreu a Premiação do Concurso Literário Roda de Prosa dos alunos do TOPA. O Topa ( Todos pela Alfabetização) realiza projetos de alfabetização com jovens, adultos e idosos desde 2007, homologaolvido pela Secretária da Educação e o governo federal. Já alfabetizaram mais de 1,3 milhões de pessoas que não tiveram a oportunidade de estudar na idade regular. Elenice Silva , 59 anos , dona de casa, de Ipiaú , aluna do projeto e autora do poema cujo título é ” TOPA”, relata que com essa iniciativa aprendeu ainda mais que escrever, ler e a criar poemas, foi um aprendizado que conservará para toda a sua vida.  Ela está feliz em participar da premiação,[…]

Memorial do TOPA: A Arte de Lembrar 4º Encontro Estudantil

Por: Joalva Moraes   Olá, pessoal! Passeando pelo 4º Encontro Estudantil, encontrei um espaço dedicado ao projeto que luta contra o analfabetismo em nosso estado, o Memorial do TOPA: A Arte de Lembrar. O TOPA (Todos pela Alfabetização) existe desde 2007 e já contribuiu com mais de um milhão de jovens, adultos e idosos a aprenderem a ler e escrever. No Memorial, podemos encontrar material didático utilizado pelos alfabetizadores, fotos, trabalhos escolares e artesanato feito pelos estudantes, além de outros itens que ajudam a contar a história do TOPA. Branca Queiroz, assessora da Superintendência, informou que o projeto está presente em todos os municípios baianos, funcionando em salas de aulas de Unidades Escolares ou em espaços cedidos por outras instituições[…]

AFRObetizando: abadá ou abatá?

Imagem: http://outraspalavras.net Axé, mano! Hã? Calma, xará! Falta pouco! Carnaval está chegando! A propósito, já comprou seu abadá? Nem só de português vive o português! Se você é tagarela, então vamos bater um papo! Você sabia que, muito do que falamos tem sua origem em línguas africanas e falamos “africanglês”? Talvez, nem precise andar com um dicionário na mochila! Pra ninguém mangar de você e achar que você é um babaca, é melhor se informar! E se alguém te chamar de dengoso, ligue não! Só não dê uma de nenê! Você não precisa mais de nenhuma babá. Também não vale xingar, ficar ranzinza ou se encher de cachaça! Anda meio borocoxô? Está com calundu porque não achou ainda um xodó?[…]

Resenha PW: Afro-Brasil em Cordel, de Nezite Alencar

“‘ – O que sabemos da África?’” boa pergunta foi feita porque a nossa visão sobre a África é muito estreita ou melhor, manipulada, distorcida e deformada, mas até agora ‘aceita’. A lei enfim determina que seja a África estudada. É justa, é necessária e também muito acertada. A visão colonialista, tão injusta e elitista tem de ser desmacarada”. As duas estrofes acima abrem o excelente livro Afro-Brasil em Cordel, de Nezite Alencar, escritora e historiadora cearense. Publicada pela primeira vez em 2007, a obra é toda escrita em literatura de cordel e traz informações eslcarecedoras sobre a história da África e dos negros no Brasil. Com um tom crítico na medida certa, Nezite fala sobre o preconceito que existe[…]

Amanhã é dia de branco?

Era uma vez… Veja o que ele fez. Ou melhor, o que ainda faz! Inicio aqui minha provocação: será que não vivemos o apartheid social no nosso estado, no nosso país? Para começo de conversa, o apartheid é uma palavra oriunda do africânder apartheid, que significa “separação” em africano. Apartheid foi um regime segregacionista e separatista da África do Sul, que deixou marcas ao longo da história. Ele negava, rigorosamente, os direitos sociais, econômicos e políticos dos negros, que eram controlados por uma minoria branca de europeus ( holandeses e ingleses). O regime vigorou até 1994. Um dos principais ícones na luta contra o apartheid foi Nelson Mandela. No Brasil, muito se lutou e se luta pelos direitos e oportunidades[…]

Novembro Negro em pauta

Como vocês já sabem, em novembro, o blog dedica todas as suas postagens para tratar de temáticas que envolvem a história e cultura africana. Isso porque, 20 de novembro é o Dia Nacional da Consciência Negra, dia em que se homenageia a memória de Zumbi dos Palmares e toda a luta do povo negro ao longo da história. A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) realizará uma série de atividades, em Salvador e em outras cidades baianas, para marcar o Novembro Negro. A abertura será na próxima sexta, 6 de novembro, no Museu de Arte da Bahia (que fica no Corredor da Vitória, em Salvador), a partir das 18h. Falar de negritude é falar da formação do povo brasileiro,[…]

Vamos contar um conto?

Vamos contar um conto?

O episódio em questão do quadro Ser professor, do programa Intervalo, fala sobre a arte de contar um conto. Neste episódio, apresentaremos o projeto da professora Gilbene Esquivel – O prazer do conto. O projeto consiste na utilização da literatura de cordel como ferramenta cultural e identitária para o ensino de história. A professora Gilbene Esquivel leciona no Colégio Estadual Germano Machado Neto, localizado no bairro de Marechal Rondon. Ela realiza um trabalho que alia os conteúdos de história à poesia, utilizando como metodologia o cordel como instrumento de ensino e aprendizagem. Esse trabalho se inicia com oficinas, ministradas pela arte-educadora Gilbene Esquivel, com duração de 10 horas: 4 horas para o ensino do cordel, 2 horas para conhecerem a[…]

Multipluralidade Matemática: uma questão cultural!

Olá, galera do PW! Tudo beleza? Você sabia que o estudo da história da Matemática pode nos ajudar a entender a diversidade da cultura da humanidade? Pois é! É praticamente um mito a ideia de que só as sociedades mais avançadas, do ponto de vista ocidental, homologaolveram a Matemática. Hoje, com o estudo da etnomatemática, sabemos que várias sociedades contribuíram para a sua construção, além dos gregos, mesopotâmios e egípcios. Dentre as civilizações orientais, os chineses se destacam por feitos magníficos, a grande muralha da China, por exemplo, é um deles. Ela é, sem dúvida, um feito notável de engenharia e, para sua construção, foi necessária uma grande variedade de conhecimentos matemáticos, que envolviam desde o cálculo de distâncias até[…]

Radiola PW – Festival Anual da Canção Estudantil

Olá, turma! Vocês conhecem o Festival Anual da Canção Estudantil? Esse evento foi criado em 2008 com o intuito de promover a diversidade artística dos alunos da rede pública de ensino. É no FACE que os alunos mostram todo o talento com a música, transformando o festival numa interessante plataforma que dá visibilidade ao estudante-artista. Em 2012, o FACE percorreu mais de mil escolas da rede estadual, prestando homenagem a diversos artistas regionais e tendo a participação de mais de 5.000 estudantes. Mas se você ainda não teve a oportunidade de acompanhar o festival, a Radiola PW te dá uma ajuda. No soundcloud da Rádio Educação Bahia, você consegue ouvir uma playlist dos artistas que passaram pelo evento. Acesse: soundcloud.com/radioeducacaobahia/sets/face.[…]

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