Pluralidade Cultural

CEEP Newton Sucupira incentiva empreendedorismo no atual cenário de crise

CEEP Newton Sucupira incentiva empreendedorismo no atual cenário de crise

O Centro Estadual de Educação Profissional em Controle e Processos Industriais Newton Sucupira (CEEP Newton Sucupira), localizado no bairro de Mussurunga, em Salvador, promoveu, entre os dias 27 e 28 de novembro, uma Feira de Ciências que movimentou toda a comunidade escolar. Com temática Da crise à oportunidade: reflexos na Ciência e na Tecnologia, o evento teve como objetivo mostrar alternativas criativas e viáveis para enfrentar a crise econômica que assola o país. “A nossa feira tem o objetivo de integrar o conhecimento teórico, técnico e prático que o aluno tem na escola, no nosso dia a dia, nas nossas atividades acadêmicas, com a realidade dele, do mercado de trabalho. Com relação à temática deste ano, o que a gente[…]

Com a palavra, Ninfa Cunha

Com a palavra, Ninfa Cunha

Em conversa com o Blog da Rede, gestora do Espaço Xisto Bahia fala de acessibilidade, educação e cultura O Blog da Rede bateu um papo muito interessante com Ninfa Cunha, produtora cultural, relações públicas, dançarina-intérprete e, atualmente, gestora do Espaço Xisto Bahia; função que exerce desde dezembro de 2015. Na conversa, Ninfa levantou questões importantes para a convivência em sociedade. A temática da acessibilidade esteve na pauta e ela, assertiva como sempre, pontuou que é preciso dar um passo a cada dia, mas que, pelo menos, a questão já é debatida. Assista ao vídeo abaixo e veja a opinião da gestora.   Em outro momento, Ninfa falou de toda a discussão gerada a partir do tema da prova de Redação[…]

Cultura Indígena Projetada

Cultura Indígena Projetada

Uma sala de projeção, escura. Sinal de que uma sessão de cinema está prestes a começar. Contudo, não se trata de uma sessão comum, bem que poderia ser. Em poucos instantes, o público vai se deparar com produções audiovisuais realizadas e protagonizadas por povos indígenas. A situação narrada pode até parecer ficção, principalmente quando a gente pensa na realidade desses povos no nosso país, mas não é. A cena descrita aconteceu durante o Cine Kurumin, em Salvador, no último dia 13, quando o Palacete das Artes recebeu parte da programação do evento. Tendo a frase “Da minha aldeia vejo o mundo” como uma forma de provocar, a mostra chegou à 6ª edição com status de festival, promovendo bate-papos após as[…]

(Des)Sustentabilidades ambientais

(Des)Sustentabilidades ambientais

Olá, comunidade! A cada ano, chegamos ao mês de Junho com a possibilidade de rediscutirmos mais intensamente sobre os caminhos que devemos escolher para vivermos com mais harmonia, respeitando as culturas, identidades e o meio ambiente. Ou seja, discutir a melhor estratégia de nos relacionarmos com o meio ambiente de maneira sustentável. Será que estamos conseguindo, ao menos, discutir estas questões democraticamente? Será que os rumos dessas discussões podem, efetivamente (ações de políticas públicas), transformar nosso comportamento desenvolvimentista? Será que realmente respeitamos a diversidade étnica? Uma coisa temos em mente: caminhar é preciso… Fig. 1: Caminhar é preciso. Imagem: Peterson Azevedo É pensando nessas questões, que devemos refletir sobre qual Brasil queremos construir para a nossa e as futuras gerações,[…]

O baianês nosso de todo dia

O baianês nosso de todo dia

Colé de mermo! Tá tudo massa? Hoje, a gente vai trocar uma ideia sobre o baianês. Você tá ligado? Não precisa ficar agoniado, não. É de boa! Tá rebocado! Só não vamos entrar na molequeira, porque a coisa aqui é séria. Brincadeiras à parte, se você é baiano, já prestou atenção ao nosso modo de falar? Temos uma forma própria de nos expressar e, muitas vezes, a gente não atenta para isso. Essa forma, obviamente, não é homogênea, padronizada, mas faz parte dos nossos costumes. Repare como eu comecei este texto. Oxe! Olha o baianês aí de novo! O baianês é um dialeto do português brasileiro, cujo uso frequente se dá no estado da Bahia. Ele é formado por palavras e[…]

Duas faces de uma mesma prática

Duas faces de uma mesma prática

“A leitura é muito mais do que decifrar palavras. Quem quiser parar pra ver pode até se surpreender: vai ler nas folhas do chão, se é outono ou se é verão; nas ondas soltas do mar, se é hora de navegar; e no jeito da pessoa, se trabalha ou se é à-toa…” O trecho acima, do poema Aula de Leitura, do escritor, ilustrador e pesquisador paulista Ricardo Azevedo, mostra como a leitura é uma prática que nos enche de possibilidades de ver o mundo. Através dela, a gente decifra tudo, até as coisas consideradas mais difíceis. Por mais clichê que pareça, para quem lê, a vida tem outra face e várias facetas. Quem lê, de fato, se torna possível e[…]

Escritores Baianos, Aqui e Acolá

Abril. Abre-se, em nosso blog, um espaço maior para a literatura. Nossa escolha é dar visibilidade à produção literária do estado da Bahia e estimular a apreciação estética das obras destes novos escritores. Ao mesmo tempo, realizaremos uma conversa entre a literatura e outras linguagens artísticas aqui produzidas, como teatro, dança, música e audiovisual. Durante o ensino médio, nas aulas de Literatura, há a recomendação ou exigência da leitura de vários livros clássicos, de autores brasileiros ou portugueses. Para a maioria dos estudantes, essa atividade é extremamente desafiadora: ler livros que foram escritos há séculos, com uma linguagem bastante diferente da nossa, descrevendo uma realidade aparentemente muito distante. Respeitando os direitos imprescritíveis do leitor, como sugere Daniel Penac, … “O direito[…]

Tropicália

Onde esta a criatividade e a coragem do povo brasileiro? Dentre tantos exemplos, podemos citar o Tropicalismo. Esse foi  o movimento musical popular, ocorrido nos anos 60, mas que teve influência sobre a poesia, as artes plásticas, o teatro e o cinema. O nome do movimento foi originado a partir de um projeto ambiental do arquiteto Hélio Oiticica, na exposição “Nova objetividade brasileira”, exposta no MAM no Rio de Janeiro, em 1967. A exposição de Oiticica relacionava o contexto das vanguardas da época e as diversas manifestações da arte. O movimento originou-se, nos grandes festivais de MPB dos anos 60. Com letras que apresentavam um tom poético, fazendo críticas sociais de um jeito inovador e criativo sobre o regime militar.[…]

Dezembro em Festa!

Dezembro em Festa!

As festas religiosas da Bahia são um patrimônio cultural do povo baiano, que resistiu bravamente ao processo de “modernização” do Brasil, no qual a Igreja Católica e os poderes públicos tentaram, a todo custo, controlar a religiosidade popular, retirando das festas de rua tudo àquilo que chamavam de “profano”. Mas esses esforços não surtiram efeito, e os “devotos continuaram transitando sem culpa entre os rituais católicos e os afro-brasileiros”[1]. No mês de dezembro celebramos Santa Bárbara, Nossa Senhora da Conceição da Praia e Santa Luzia. As festas populares, em dezembro, transformam as ruas de Salvador, estas se enchem de cores e gente! O calendário festivo religioso deste mês se inicia com a festa de Santa Bárbara, no dia 4 de[…]

Resenha PW ⇨ Riachão: o cronista do samba baiano

Resenha PW ⇨ Riachão: o cronista do samba baiano

Oi! Tudo bem? Ontem, 27 de novembro de 2016, completaram-se cem anos do registro do samba Pelo Telephone (assim mesmo, com “ph”, respeitando a grafia da época), no Departamento de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional. A obra, de autoria de Ernesto Joaquim Maria dos Santos, o famoso Donga, é considerada o primeiro samba brasileiro. E, no ano em que o gênero completa cem anos de existência, que tal conhecer um pouco mais sobre a vida e a obra de Riachão, um de nossos sambistas contemporâneos mais festejados? Em 2009, a Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (ALBA) publicou o livro Riachão: o cronista do samba baiano, escrito pela jornalista Janaína Wanderley da Silva. A biografia integra a coleção Gente da[…]

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