Música

“A música serve para unir diferentes tribos e diferentes costumes”, diz o cantor e compositor Netto Galdino

“A música serve para unir diferentes tribos e diferentes costumes”, diz o cantor e compositor Netto Galdino

Desde os seis anos de idade, Roberto Clarisseau Marcial Neto, o Netto Galdino, tem a música como a sua companheira. Nascido e criado em Caravelas, cidade do sul da Bahia, o cantor e compositor começou a carreira participando de projetos de educação e arte, em instituições como a Casa da Música, a Filarmônica Lira Santo Antônio e o Movimento Cultural Arte Manha. Aos 12, iniciou os estudos de violão, voz e coral, no projeto social Dona Flora, em Alcobaça. Tendo a sua formação educacional toda feita em instituições públicas (ele passou pela Escola Municipal Claudionora Nobre de Melo (Caravelas), pelo Centro Educacional de Alcobaça -CEA, pelo Colégio Estadual Eraldo Tinoco (Alcobaça) e pelo Colégio Polivalente de Caravelas), Netto acredita no potencial do[…]

Nobres Barranqueiros, o canto do nordeste

Nobres Barranqueiros, o canto do nordeste

A entrevista com o ENCANTE nos mostra a inserção do canto coral na educação baiana, apresentando as vozes dos estudantes e mestres do Nobres Barranqueiros. Ficou interessado? Aperte o play!!   *Estudantes-repórteres: Vitoria Mercês, Cleise França, Luana Brito e Elias de Santana são estudantes da rede pública estadual de ensino e integram a equipe da Cobertura Colaborativa Estudantil 2017.  

Tropicália

Onde esta a criatividade e a coragem do povo brasileiro? Dentre tantos exemplos, podemos citar o Tropicalismo. Esse foi  o movimento musical popular, ocorrido nos anos 60, mas que teve influência sobre a poesia, as artes plásticas, o teatro e o cinema. O nome do movimento foi originado a partir de um projeto ambiental do arquiteto Hélio Oiticica, na exposição “Nova objetividade brasileira”, exposta no MAM no Rio de Janeiro, em 1967. A exposição de Oiticica relacionava o contexto das vanguardas da época e as diversas manifestações da arte. O movimento originou-se, nos grandes festivais de MPB dos anos 60. Com letras que apresentavam um tom poético, fazendo críticas sociais de um jeito inovador e criativo sobre o regime militar.[…]

A "música de preto" e o carnaval da Bahia

A "música de preto" e o carnaval da Bahia

Os compositores Djavan e Caetano Veloso escreveram versos de uma canção chamada Linha do Equador em que dizem “gosto de filha música de preto / gosto tanto dela assim…”Esse modo de dizer “música de preto” bem poderia ser associado à maneira pejorativa como a palavra “preto” surge para designar os negros no Brasil. Neste caso, trata-se de uma constatação feita na poesia de Caetano da força imensa da cultura negra na música popular mundial. Essa força se apresenta também na Bahia – território com grande número de pessoas descendentes de africanos da diáspora forçada pelo processo escravista desde o século XVI até o século XIX d.C. A cada início de ano, culminando com o carnaval de Salvador, a música que[…]

Eu sei que é Junho! Tradições culturais no Nordeste do Brasil

Eu sei que é Junho! Tradições culturais no Nordeste do Brasil

O mês de junho no Brasil coincide com o início do inverno, estação caracterizada entre outras marcas pela diminuição da temperatura e também por manifestações mais ligadas aos elementos interioranos de nossa cultura. As festas juninas apareceram Europa e ocorriam no período do solstício de verão para comemorar o início da colheita.  Eram realizadas pelos celtas, egípcios, entre outros povos. Inicialmente eram chamadas “junônias”, em referência à Juno (a deusa grega Hera), esposa de Júpiter (o Deus grego Zeus) e com a influência em crescimento da Igreja Católica na Europa e pela coincidência com o nascimento de João Batista (24 de junho), as festas passaram a se chamadas de “joaninas”. No Nordeste Brasileiro, onde a temperatura cai menos que no[…]

Vamos contar um conto?

Vamos contar um conto?

O episódio em questão do quadro Ser professor, do programa Intervalo, fala sobre a arte de contar um conto. Neste episódio, apresentaremos o projeto da professora Gilbene Esquivel – O prazer do conto. O projeto consiste na utilização da literatura de cordel como ferramenta cultural e identitária para o ensino de história. A professora Gilbene Esquivel leciona no Colégio Estadual Germano Machado Neto, localizado no bairro de Marechal Rondon. Ela realiza um trabalho que alia os conteúdos de história à poesia, utilizando como metodologia o cordel como instrumento de ensino e aprendizagem. Esse trabalho se inicia com oficinas, ministradas pela arte-educadora Gilbene Esquivel, com duração de 10 horas: 4 horas para o ensino do cordel, 2 horas para conhecerem a[…]

Indústria da Beleza na RadiolaPW

Olá, pessoal! Queremos com esse texto dialogar um pouco sobre a indústria da beleza, principalmente o que tange nossa cultura brasileira e os padrões impostos pela mídia, os quais invariavelmente condicionam a um consumo irresponsável. Segundo dados do Instituto Euromonitor, empresa mundial de pesquisa de mercado, o Brasil é, o terceiro maior consumidor de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos do mundo. Fica atrás apenas dos Estados Unidos e Japão. É da natureza humana refletir que estar bem a partir de uma boa aparência física, essa temática nos conduz para uma abrangente discussão, onde aqui podemos destacar alguns pontos: a abertura global do comercio, onde proporciona a venda de um mesmo produto em lugares bem distintos do planeta, desconsiderando[…]

Cine Documental – Minha Escola, Meu Lugar – Pankararé

O quadro Minha Escola, Meu Lugar, do programa Intervalo, apresenta a influência histórica e sociocultural de uma Unidade Escolar baiana com seu município ou seu bairro. Neste episódio, a escola evidenciada é a Escola Estadual Ângelo Pereira Xavier e o Anexo, em Baixa do Chico – Raso da Catarina, e a aldeia Pankararé, em Brejo dos Burgos, município de Glória. Sob a liderança do Cacique Afonso e da pedagoga Patrícia Pankararé, essas unidades escolares atendem à clientela da Educação Infantil e Ensino Fundamental I. O diretor da extinta Direc 10, atual NRE 24,  professor Marcos Pires, também contribui com a gestão dessas escolas. A comunidade Pankararé é incansável na defesa de uma educação de qualidade, em suas terras. Professores, dirigentes, estudantes,[…]

Cine Documental – Minha Escola, Meu Lugar – Tupinambá de Olivença

O quadro Minha Escola, Meu Lugar, do programa Intervalo, apresenta a influência histórica e sociocultural de uma Unidade Escolar baiana com seu município ou seu bairro. Neste episódio, a escola evidenciada é a Escola Estadual Indígena Tupinambá de Olivença e naquele distrito pertencente à cidade de Ilhéus. A aldeia Tubinambá de Olivença possui 23 comunidades, sendo uma urbana e as demais na zona rural. A escola indígena, 14 Km de Olivença, possui uma sede na Sapucaeira, que oferece Ensino Fundamental II, e mais 18 núcleos com Educação Infantil e Fundamental I. Professores, dirigentes escolares, estudantes, caciques participam dessa produção, mostrando suas impressões acerca da Escola Tupinambá de Olivença e seu papel na afirmação e continuidade da cultura e da luta[…]

Radiola PW – Gramofone

Gramofone é um quadro do programa Intervalo que apresenta clipes musicais com estudantes e professores da escola pública baiana. Neste episódio, os clipes são do professor de História, Carlos Barros, que interpreta a música “Rua da Graça”, composição de Harlei Eduardo e a aluna Caroline Marques, com a música “Chuva da gente”. A Graça da cidade de Salvador Oitenta metros acima do nível do mar são a guarida do bairro da Graça na cidade de Salvador. Árvores e casas habitadas por pessoas da classe média e média alta soteropolitana caracterizam a população do lugar. Sua história está ligada aos momentos iniciais da colonização quando a região fazia parte da chamada Vila Velha do Pereira, que coincidia com a velha Salvador,[…]

Nossos Colaboradores