Multimídia

Bombeiros Militares da Bahia exercitam produção audiovisual

Bombeiros Militares da Bahia exercitam produção audiovisual

O processo formativo, ocorrido no início de novembro, se deu de maneira dialógica, crítica, colaborativa, contextualizada e muito amistosa entre os cursistas do corpo de Bombeiros Militar da Bahia e os formadores do IAT. Após a definição da ideia, foi escrito um roteiro que seguiu para os processos de pré-produção, passando pelos momentos de gravação até chegar à pós-produção, etapa de finalização do vídeo.

Colaboração e aprendizagem

Colaboração e aprendizagem

Logo no início da formação, ainda na fase de concepção da ideia e desenvolvimento da mesma, os cursistas entenderam e evidenciaram a importância do trabalho coletivo e, sobretudo, colaborativo, para a boa realização das atividades, não só audiovisuais, mas de toda e qualquer produção que objetivem.

Tecnologia e Educação no CJCC – Vitória da Conquista

Tecnologia e Educação no CJCC – Vitória da Conquista

A Revolução Tecnológica ou Digital do Século XX traz em sua essência um novo sistema de comunicação que provocou e , continua a provocar, em pleno século XXI, uma dinâmica mudança e transformação na organização estrutural da sociedade, resultando em uma nova forma de organização social. Por quê? Porque o cenário social movido e transformado por pessoas conectadas, apresenta novas reconfigurações e significados, a partir da inserção de elementos universalizantes como: a linguagem, sons, cultura, política, economia, identidade, imagens que seguem alterando a economia, as identidades culturais, a sociabilidade, as atividades políticas e, em especial, a EDUCAÇÃO.

É nessa “pegada” sobre Tecnologia e Educação que o Rede em Movimento apresenta o trabalho criativo desenvolvido por Renata Valença Gondim e Márcia de Souza Santos, estudantes do Centro Juvenil de Ciência e Cultura (CJCC) de Vitória da Conquista, que tiveram seus projetos apresentados em diversos eventos.

Tecnologia na Educação, ferramenta ou metodologia?

Tecnologia na Educação, ferramenta ou metodologia?

A tecnologia aqui apresentada, já é algo corriqueiro entre os estudantes, faz parte da vida deles, e nesse sentido, a escola precisa, de maneira coerente, também se inserir nesse contexto. É através da boa mediação docente e do estímulo ao uso qualificado das TDIC pelos estudantes, que a escola, efetivamente, possibilitará aos jovens o protagonismo crítico necessário, dificultando assim, que estes sujeitos sejam muitas vezes subjugados no universo tecnológico em que vivemos.

O pensar antes

O pensar antes

Olá, pessoal! Tudo bem? Textos imagéticos e sonoros, o fazer e os discursos audiovisuais que, contemporaneamente, nos cercam – sobretudo após o boom das redes sociais e no acesso das pessoas aos smartphones – estão em toda parte e cada vez mais vão sendo produzidos e se proliferando, muitas vezes, de forma indiscriminada. Isso vem acontecendo, independente dos realizadores, produtores em questão, serem profissionais da área de Comunicação e de terem conhecimento técnico, específico acerca de como planejar profissionalmente seus discursos em formato de vídeo. Isso, por um lado, pode ser interessante, se pensarmos que a possibilidade de produção e difusão desse conteúdo multimodal está cada vez mais ao alcance de muitas pessoas, mas também tem o lado ruim que[…]

Ser ou não ser, professor?

Ser ou não ser, professor?

A palavra “Professor” tem origem no Latim, sendo uma derivação de Professus que significa “pessoa que declara em público” ou “aquele que afirmou publicamente”. Mas que ironia! Há tempos não vejo está declaração em público, será por desprestígio? Será por desvalorização econômica e social? Ou será por simples ressignificação?

Violência contra as mulheres

Violência contra as mulheres

A violência em si é uma coisa preocupante. Em se tratando de violência contra o ser humano a coisa ainda fica mais grave. Imagine, então, a violência contra a mulher. De acordo com a Wikipédia a violência contra a mulher é todo ato que resulta em morte ou lesão física, sexual ou psicológica, tanto na esfera pública quanto na privada. Pode, também, ser considerado um crime de ódio. A violência contra a mulher faz parte da nossa história como um fato natural, pois a mulher era, e ainda é vista, como objeto a ser manipulado, um “troféu” a ser exibido e “possuído”. De acordo com o jornal online G1 BA, a Segurança Pública do Estado (SSP-Ba) registrou no ano de[…]

Em tempos de fake news, leituras críticas…

Em tempos de fake news, leituras críticas…

Está todo mundo falando em fake news, do congresso americano, ao seu Francisco, dono da quitanda aqui da rua. Ele me contou que foi vítima de uma fake news. Um conhecido lhe mandou um zap com a foto de sua esposa saindo de um hotel com um homem desconhecido. Ele brigou com a esposa e acabou se separando dela por causa disso. Tempos depois, descobriu que a esposa estava falando a verdade e que o conhecido que lhe mandou o zap tinha interesse em prejudicá-lo. Agora, a esposa não quer mais saber dele. As fake news são os mais novos, ao mesmo tempo velhos, problemas da nossa sociedade. Novos, porque agora, difundidos pelas redes sociais e pelos dispositivos móveis, potencializam[…]

Mangá na Educação, uma experiência multimodal estudantil

Mangá na Educação, uma experiência multimodal estudantil

Olá pessoal! Tudo bem? Vocês já ouviram falar na FEBRACE ? E em Mangás? Pois é: a matéria da Rede em Movimento de hoje vai, através de um texto multimodal, tratar um pouco disso e de como eles se relacionam. A FEBRACE é a Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, que tem por objetivo estimular o desenvolvimento de projetos criativos e inovadores, bem como, aproximar as escolas públicas e privadas das Universidades, e os jovens das diferente culturas e de reconhecidos cientistas. A FEBRACE assume um papel de cunho social relevante, tendo em vista o incentivo a criatividade e ao pensamento crítico dos sujeitos da educação básica, por meio de projetos com fundamentação científica. Na edição de 2018, a Feira[…]

Por que uma pedagogia dos multiletramentos?

Por que uma pedagogia dos multiletramentos?

Olá, companheiros! Vamos refletir um pouco sobre produções textuais multissemióticas que envolvem discursos multimídia, e que, sobretudo entre os mais jovens, já fazem parte do contexto comunicacional contemporâneo. É urgente que a escola do século XXI, pelo menos, pense e debata sobre uma “pedagogia dos multiletramentos”, ou seja, é preciso propor ações pedagógicas que potencializem a leitura, escrita e possibilidades comunicativas que considerem, com relevância, a multiplicidade cultural e semiótica presente em nossa sociedade.   No livro “Multiletramento na escola (2012), Roxane Rojo destaca e discute ideias muito importantes, que alicerçam os estudos e a necessidade de uma “pedagogia dos multiletramentos”. Uma dessas discussões versa sobre as “culturas valorizadas versus culturas desvalorizadas”, ou seja, a cultura que, há tempos, a escola valoriza[…]

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