Matemática

Etnomatemática

Olá pessoal! Tudo Beleza? Espero que sim! Para abrirmos as discussões do mês de maio, falaremos sobre a etnomatemática, sob o ponto de vista dos povos e da cultura indígena. Durante muito tempo, essa etnia teve sua cultura, língua, ciência e conhecimento matemático renegados pelos povos colonizadores e pelo Ocidente. No entanto, sabemos que cada etnia  possui a sua própria forma de produzir ciência e de representá-la.  Assim como ocorre nas ciências, cada etnia  também produz seu conhecimento matemático, no qual esse saber também é representado de diversas formas  e surge a partir das necessidades de cada grupo étnico. A etnia Guarani-Kaiowá por exemplo, não atribui o valor três  quando estão diante de três folhas de uma mesma planta. Os[…]

Estatística Indígena

Estatística Indígena

  Olá, pessoal! No Brasil, até a década de 80, acreditava-se que os povos indígenas estavam a caminho da extinção. Segundo o CEDI – Centro Ecumênico de Documentação e Informação, a população indígena estimada era de, apenas, 204.000 habitantes, quando a população brasileira era de, aproximadamente, 133 milhões de habitantes. Ou seja, a população indígena brasileira era de aproximadamente 1,53% do total da população. O País tinha cerca de 662 terras indígenas. Nas décadas seguintes, no entanto, essa tendência se reverteu, houve rápido crescimento populacional verificado na maioria dos grupos, todavia, o Censo 2010 revelou algo preocupante. Acompanhe os dados. De acordo com o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizado em 2010, a população brasileira[…]

Matemática e suas diversas funções

Estudante-repórter: Érica de Jesus Olá, galerinha! A Feira Baiana de Matemática visa implementar melhorias para problemas no cotidiano estudantil e educacional. Nessa edição, a Secretária da Educação do Estado promove a 5° Feira de Ciências da Bahia ( Feciba) e a 10° Feira Baiana de Matemática ( FBM), expondo de 240 trabalhos de estudantes de diversos municípios do Estado. Alberto Amorim Filho, 49 anos, é professor e orientador da disciplina geografia e do Projeto “ Planetário na escola : Uma proposta para popularizar a astronomia e o software livre na sala de aula ”, Colégio Estadual Teotônio Vilela ( CETV), Feira de Santana. O professor também orientou os subprojetos: Astro engenharia , Luar do Sertão, Matemática e Astronomia e Telescópios[…]

Memorial do TOPA: A Arte de Lembrar 4º Encontro Estudantil

Por: Joalva Moraes   Olá, pessoal! Passeando pelo 4º Encontro Estudantil, encontrei um espaço dedicado ao projeto que luta contra o analfabetismo em nosso estado, o Memorial do TOPA: A Arte de Lembrar. O TOPA (Todos pela Alfabetização) existe desde 2007 e já contribuiu com mais de um milhão de jovens, adultos e idosos a aprenderem a ler e escrever. No Memorial, podemos encontrar material didático utilizado pelos alfabetizadores, fotos, trabalhos escolares e artesanato feito pelos estudantes, além de outros itens que ajudam a contar a história do TOPA. Branca Queiroz, assessora da Superintendência, informou que o projeto está presente em todos os municípios baianos, funcionando em salas de aulas de Unidades Escolares ou em espaços cedidos por outras instituições[…]

"Xadrerizando…"

Estudante-repórter: Érica de Jesus Oi, turma! Tudo bem? Rita Boenes, 50 anos, professora de educação física, trabalha há cinco anos com jogos de xadrez, no Colégio Estadual Duque de Caxias (CEDC), localizado no bairro da Liberdade, em Salvador. “Além de diversão e entretenimento, os alunos homologaolvem habilidades cognitivas, raciocínio lógico, comportamental e educacional. Sendo assim, auxilia os alunos nas matérias exatas e nas de sociologia e filosofia”, afirma Rita. O estudante Denílson Oliveira, 17 anos, que cursa o 3° ano do Ensino Médio, no CEDC, foi um dos participantes da competição Festival de Xadrez, no 4° Encontro Estudantil, contou um pouco sobre a sua experiência com o jogo de xadrez: “Quando você se dedica ao xadrez, você vê a vida[…]

O perigo dos copos descartáveis

Recentemente, em função da escassez de água em São Paulo, se discutiu a viabilidade do uso de descartáveis. A discussão surgiu a partir do momento que se questionou a quantidade de água gasta para fabricar um descartáveis, a quantidade que se usa para lavar um reaproveitável (vidro, porcelana, acrílico, etc.), e o impacto ambiental que estes poderiam causar. O PW entrou nessa discussão e pesquisou sobre o assunto, com interesse específico nos copos descartáveis (oportunamente falaremos sobre outros tipos de descartáveis). Eis o resultado. Segundo o Professor Bruno F. Gianelli do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo – IFSP, Campus Itapetininga, em entrevista à Revista Planeta Sustentável, “para medir o impacto ambiental de um produto, é[…]

A Matemática Inclusiva

Nos últimos anos, temos percebido uma mudança muito grande nas repartições e meios urbanos  no que se refere à promoção da acessibilidade. Lembro-me como se fosse hoje:  eram raros  os espaços atentos a esta  questão, o  que dificultava ou mesmo inviabilizava a circulação de cadeirantes ou indivíduos com mobilidade reduzida nesses espaços. Há pouco tempo, não era difícil encontrarmos escolas com corredores muito estreitos, caixas eletrônicos com altura inacessível a cadeirantes, espaços urbanos  sem rampa de acesso, sinaleiras sem sinais sonoros e etc. Na verdade, de lá pra cá, todas as mudanças ocorridas nestes últimos anos, teve uma motivação fundamentada em eventos históricos. As primeiras discussões sobre o tema só surgiram nos Estados Unidos, fruto dos heróis de guerras que[…]

Cine Documental – Matematizando

Cine Documental – Matematizando

Por Geize Gonçalves O Faça Acontecer é um documentário que retrata e busca as influências culturais que levaram os alunos a se destacarem na Feira de Matemática da Bahia, abordando as relações com a comunidade, com a escola do entorno e sua vida social e cultural; e como seus pais, familiares, amigos e professores influenciaram nesta conquista. Os alunos premiados na VII Feira Baiana de Matemática, Kamila de Souza Pereira, Marcos Orlando da S. Souza, são estudantes da Escola Municipal Dr. Luís Viana Filho, situada no município Senhor do Bonfim.  Os alunos foram premiados com o projeto Matematizando: pesquisando e fabricando licor também se aprende função afim, sob a orientação da professora Everalda Gomes Araujo. Os estudantes partiram de uma dificuldade percebida entre seus[…]

Programa de Proteção ao Emprego

Olá, pessoal! Você conhece o Programa de Proteção ao Emprego? Recentemente, a presidente da República assinou uma Medida Provisória que permite empresas em dificuldades a reduzir a jornada de trabalho e o salário dos funcionários, o que gerou muita polêmica e revolta dos trabalhadores. Nesse contexto, faremos uma reflexão sobre o assunto e mostraremos que o bicho não é tão feio assim. Jornada de Trabalho é o período de tempo em que o trabalhador deve prestar serviços ou permanecer à disposição do empregador em troca de um compensação financeira (salário). A Constituição de 1988 reduziu este período, de 48 para, no máximo, 44 horas semanais ou 8 horas diárias. Há, em Brasília, uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional), a  231/95,[…]

Por que devo aprender Matemática?

Olá, pessoal! Tudo beleza? Sou André Soledade, professor de Matemática da Rede Estadual e, acreditem ou não, a pergunta que os alunos mais me fazem é: “Por que devo aprender Matemática?”. Pensando nessa indagação, resolvi responder a essa pergunta de uma vez por todas! Acreditem! Desde os tempos mais remotos, o homem utiliza a matemática para facilitar a sua vida e organizar a sociedade. Há registros da sua utilização pelas sociedades egípcia e grega na construção de templos, pirâmides, diques, canais de irrigação, arenas e estudos da astronomia. Nos dias de hoje, a Matemática está presente em tudo ao nosso redor, desde o projeto urbanístico de uma praça até a complexidade que envolve o lançamento de um foguete. Tudo isso, descrito através de equações, relações, funções e[…]

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