Literatura

Contação de histórias

A contação de histórias, como incentivo à leitura, estimula a criança no desenvolvimento do senso crítico e na capacidade de sonhar. A Trupe Novo Ato-Contadores de Histórias é um grupo de jovens que se reuniram para encenar lendas da sua região e também mostrar um outro meio de contar histórias. *Estudantes-repórteres: Lavínia Alessandra, Joeslei Santos, Luana Brito e Elias de Santana são estudantes da rede pública estadual de ensino e integram a equipe da Cobertura Colaborativa Estudantil 2017.

“Vou subindo a ladeira do Pelô”

“Vou subindo a ladeira do Pelô”

O verso que intitula este texto está presente na música Ladeira do Pelô, do compositor Betão, lançada pela Banda Mel, em 1987, no disco Força Interior, que trazia também o sucesso Faraó, Divindade do Egito (Luciano Gomes). Na semana de 9 a 13 de agosto, certamente, muita gente terá motivo para dizer: “Vou subindo a ladeira do Pelô”. Isso porque o famoso ponto turístico do Centro Histórico de Salvador será palco da  primeira Festa Literária Internacional do Pelourinho (FLIPELÔ). O saudoso escritor Jorge Amado será o homenageado, além de Zélia Gattai e Myriam Fraga, importantes personalidades ligadas à vida do autor de Tieta do Agreste, Capitães da Areia, A Morte e a Morte de Quincas Berro D’Água e tantas outras[…]

Escritores Baianos, Aqui e Acolá

Abril. Abre-se, em nosso blog, um espaço maior para a literatura. Nossa escolha é dar visibilidade à produção literária do estado da Bahia e estimular a apreciação estética das obras destes novos escritores. Ao mesmo tempo, realizaremos uma conversa entre a literatura e outras linguagens artísticas aqui produzidas, como teatro, dança, música e audiovisual. Durante o ensino médio, nas aulas de Literatura, há a recomendação ou exigência da leitura de vários livros clássicos, de autores brasileiros ou portugueses. Para a maioria dos estudantes, essa atividade é extremamente desafiadora: ler livros que foram escritos há séculos, com uma linguagem bastante diferente da nossa, descrevendo uma realidade aparentemente muito distante. Respeitando os direitos imprescritíveis do leitor, como sugere Daniel Penac, … “O direito[…]

O Poder da Mídia, Ontem e Hoje!

O Poder da Mídia, Ontem e Hoje!

Estamos na era das mensagens instantâneas, com piadas e charges facilmente identificáveis como fictícias, mas com muitas outras mensagens de teor ficcional tomadas como verdadeiras. Mas por que levamos a sério essas mensagens? Simplesmente pelo fato de serem construídas nos moldes utilizados pelos meios de comunicação, que conferem credibilidade ao que está sendo compartilhado nas redes sociais. E desde sempre as coisas são assim. Exemplificando e começando pelas coisas mais simples, nós mesmos recorremos ao testemunho de uma outra pessoa para confirmar alguma história que estamos contando a alguém. Não é assim? Dizemos: pergunte a fulano. E se esse fulano for uma pessoa idônea, nossa história terá o devido respaldo. Infelizmente, muitos desses fulanos tendem a confirmar nossas histórias, mesmo[…]

Gestar na Escola estimula leitura e produção de texto através da intermediação tecnológica

Gestar na Escola estimula leitura e produção de texto através da intermediação tecnológica

Estudante-repórter: Esther Silva |Redator do texto desta postagem e editor do áudio: Thiago Ferreira Olá, gente! Mais uma temática importante foi discutida no Inovatec: a professora Enoilma Simões conversou com a gente e falou sobre uma das ações do projeto Gestar na Escola. Confira, no depoimento dela, como o uso das tecnologias da informação e da comunicação podem estimular a leitura e a produção textual.   Esther Silva tem 17 anos, é estudante do Centro Estadual de Educação Profissional em Controle e Processos Industriais Newton Sucupira, que fica em Salvador, e faz parte da equipe da Cobertura Colaborativa Estudantil.

Tecnologias Educacionais e o Antirracismo

  No mês dedicado à Consciência Negra, o Instituto Federal de Brasília (IFB) organizou a Semana de Reflexões Sobre Negritude, Gênero e Raça – SERNEGRA. Diz respeito a um evento técnico-científico, idealizado e organizado pelo Grupo de Pesquisa Estudos Culturais Sobre Classe, Gênero e Raça. Neste ano (2016), aconteceu a quinta edição do SERNEGRA, trazendo reflexões sobre a luta antirracista no Brasil, a teoria e a práxis decolonial, abordando os eixos: a colonialidade do poder, do saber e fazer ser, debruçada sobre questões como a Geopolítica do Poder e a possibilidade de uma arte e de uma pedagogia decolonial. A interculturalidade é o ponto forte desse Seminário, que contou com apresentações artísticas, oficinas, debates, filmes, palestra, simpósios temáticos com algumas[…]

Radiola PW: “A gente quer é ser um cidadão”

Oi! Tudo bem? Hoje, a Radiola PW vai falar de cidadania através de um artista que sempre trouxe questões sociais nas suas canções: Gonzaguinha. A música em destaque foi composta pelo artista e lançada em 1988, no disco Corações Marginais. Trata-se de É, um grito de Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior contra o descaso ao ser humano. A obra faz uma junção perfeita entre letra e melodia, enriquecendo o nosso cancioneiro. A todo tempo, o eu lírico fala por uma coletividade. Isso fica bem demarcado com o uso da expressão “A gente”, no início da maioria dos versos: É A gente quer valer o nosso amor A gente quer valer nosso suor A gente quer valer o nosso humor A[…]

“O Cordel Tem Tudo a Ver com a Educação”

“O Cordel Tem Tudo a Ver com a Educação”

Chegou ao Brasil no século XVI e, de lá pra cá, ainda reclama mais visibilidade e lugar de importância entre os textos literários. Trata-se do Cordel, narrativas em versos impressas em papel simples, ilustradas com xilogravuras e que era, geralmente, exposto em barbantes ou cordas. Com nomes distintos desde o seu nascimento, andou na Espanha como “pliegos suelitos”, em Portugal como “folhas sueltos” ou “volantes”. Foi trazido pelos portugueses, instalou-se na Bahia e estabeleceu-se no Nordeste, região bastante retratada em histórias ricas em dramas e comicidade. Com uma linguagem coloquial e rimas simples para tratar de temas populares do povo nordestino, o Cordel foi muito estigmatizado, especialmente entre os intelectuais. Por outro lado, apesar disso, há registros de que escritores[…]

Agora diga quem é “zica”!

Vamos combater o Aedes aegypiti, artrópode vulgarmente conhecido como “mosquito da dengue”? Esse Vetor de transmissão de arbovírus, como o vírus da dengue, do chikungunya, da febre amarela e também do zika vírus, que são doenças do tipo arboviroses (infecções virais), se homologaolve em áreas tropicais e subtropicais e vem acometendo uma grande parte da população brasileira, principalmente nordestinos, indiscriminadamente. Atender ao alerta geral para que todos os brasileiros participem dessa luta contra o vetor das doenças, é muito importante. Clicando na imagem abaixo, você terá acesso às informações da Cartilha INIMIGO N.º1. Erradicar o mosquito é o que devemos fazer. Seja um monitor nesse processo! Seguem algumas dicas que vão auxiliar na erradicação: eliminar e ou tratar os criadouros;[…]

Como nascem os poetas?

Não existe fórmula. Mas não requer dons especiais, apesar de já ter sido considerado no passado como algo divino. Uma vez, na aula de português, a professora nos incentivou a escrever um poema. E lembro que um colega que nunca tinha feito um poema, escreveu com muito lirismo, rimando. Eu tinha 12 anos na época e não foi a primeira vez que escrevi alguma coisa sem preocupação com métrica e coisas afins, já que poesia não precisa de tantas técnicas. Mas precisa de inspiração! Que pode vir de uma gama de situações, posturas políticas, emoções e sentimentos, dentre outras motivações. Você conhece algum poeta? Desses famosos, porém de outro século, temos por exemplo o Castro Alves. Está eternizado numa estátua[…]

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