Linguagens, Códigos e suas Tecnologias

Estão Abertas as Inscrições para a Olimpíada de Língua Portuguesa

A 5ª edição da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro está com as inscrições abertas até o dia 30 de abril de 2016. É preciso que as secretarias de Educação façam a adesão ao projeto, possibilitando, assim, que professores e estudantes se inscrevam. A inscrição pode ser feita através do site www.escrevendoofuturo.org.br. O tema desta edição é O lugar onde vivo, que propicia aos alunos estreitar vínculos com a comunidade e aprofundar o conhecimento sobre a realidade, contribuindo para o homologaolvimento de sua cidadania. A Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro é um concurso de produção de textos para estudantes de escolas públicas de todo o país, do 5º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino[…]

"Arvorear-se"

Comumente nos lares e lugares, encontramos a tradicional árvore de Natal nessa época do ano. Mas, de onde vem a sua origem? O que esse símbolo representa? Seu surgimento se deu entre as civilizações mais antigas dos continentes europeu e asiático, por acreditarem que a árvore era um símbolo divino. Muitos afirmam que tenha surgido na Alemanha, por volta de 1530, e se propagado por todo mundo. De acordo com a tradição cristã predominante no Brasil, a decoração natalina deve ser feita no início do Advento, que são os quatro domingos que antecedem o aniversário de Cristo. Aos 6 de janeiro,Dia de Reis, é a data em que se finalizam os festejos natalinos e, portanto, a árvore é desmontada. Desde[…]

Cartas em Dezembro

Sou muito mais jovem que Michel Miguel Elias Temer, vice-presidente do país, autor da correspondência mais comentada nos últimos dias, mas sou do tempo que ainda se escrevia cartas frequentemente. Sou de um lugar onde, geralmente aos sábados, as pessoas comunicar-se com quem morava em São Paulo, destino dos parentes fugidios das agruras da seca do sertão baiano. Esse exercício de escrever cartas imprimindo no papel a saudade, os planos, as notícias e os anseios de quem me fazia este pedido e este ditado, foi uma das mais marcantes da minha infância e da minha experiência de escritora aprendiz. Não posso negar a máxima que “ler se aprende lendo, escrever se aprende escrevendo”. Assim não posso também negar agradecimento a[…]

Ser aprendiz , não existe tempo para aprender

 No último dia do 4º Encontro Estudantil, ocorreu a Premiação do Concurso Literário Roda de Prosa dos alunos do TOPA. O Topa ( Todos pela Alfabetização) realiza projetos de alfabetização com jovens, adultos e idosos desde 2007, homologaolvido pela Secretária da Educação e o governo federal. Já alfabetizaram mais de 1,3 milhões de pessoas que não tiveram a oportunidade de estudar na idade regular. Elenice Silva , 59 anos , dona de casa, de Ipiaú , aluna do projeto e autora do poema cujo título é ” TOPA”, relata que com essa iniciativa aprendeu ainda mais que escrever, ler e a criar poemas, foi um aprendizado que conservará para toda a sua vida.  Ela está feliz em participar da premiação,[…]

Matemática e suas diversas funções

Estudante-repórter: Érica de Jesus Olá, galerinha! A Feira Baiana de Matemática visa implementar melhorias para problemas no cotidiano estudantil e educacional. Nessa edição, a Secretária da Educação do Estado promove a 5° Feira de Ciências da Bahia ( Feciba) e a 10° Feira Baiana de Matemática ( FBM), expondo de 240 trabalhos de estudantes de diversos municípios do Estado. Alberto Amorim Filho, 49 anos, é professor e orientador da disciplina geografia e do Projeto “ Planetário na escola : Uma proposta para popularizar a astronomia e o software livre na sala de aula ”, Colégio Estadual Teotônio Vilela ( CETV), Feira de Santana. O professor também orientou os subprojetos: Astro engenharia , Luar do Sertão, Matemática e Astronomia e Telescópios[…]

Memorial do TOPA: A Arte de Lembrar 4º Encontro Estudantil

Por: Joalva Moraes   Olá, pessoal! Passeando pelo 4º Encontro Estudantil, encontrei um espaço dedicado ao projeto que luta contra o analfabetismo em nosso estado, o Memorial do TOPA: A Arte de Lembrar. O TOPA (Todos pela Alfabetização) existe desde 2007 e já contribuiu com mais de um milhão de jovens, adultos e idosos a aprenderem a ler e escrever. No Memorial, podemos encontrar material didático utilizado pelos alfabetizadores, fotos, trabalhos escolares e artesanato feito pelos estudantes, além de outros itens que ajudam a contar a história do TOPA. Branca Queiroz, assessora da Superintendência, informou que o projeto está presente em todos os municípios baianos, funcionando em salas de aulas de Unidades Escolares ou em espaços cedidos por outras instituições[…]

AFRObetizando: abadá ou abatá?

Imagem: http://outraspalavras.net Axé, mano! Hã? Calma, xará! Falta pouco! Carnaval está chegando! A propósito, já comprou seu abadá? Nem só de português vive o português! Se você é tagarela, então vamos bater um papo! Você sabia que, muito do que falamos tem sua origem em línguas africanas e falamos “africanglês”? Talvez, nem precise andar com um dicionário na mochila! Pra ninguém mangar de você e achar que você é um babaca, é melhor se informar! E se alguém te chamar de dengoso, ligue não! Só não dê uma de nenê! Você não precisa mais de nenhuma babá. Também não vale xingar, ficar ranzinza ou se encher de cachaça! Anda meio borocoxô? Está com calundu porque não achou ainda um xodó?[…]

Resenha PW: Afro-Brasil em Cordel, de Nezite Alencar

“‘ – O que sabemos da África?’” boa pergunta foi feita porque a nossa visão sobre a África é muito estreita ou melhor, manipulada, distorcida e deformada, mas até agora ‘aceita’. A lei enfim determina que seja a África estudada. É justa, é necessária e também muito acertada. A visão colonialista, tão injusta e elitista tem de ser desmacarada”. As duas estrofes acima abrem o excelente livro Afro-Brasil em Cordel, de Nezite Alencar, escritora e historiadora cearense. Publicada pela primeira vez em 2007, a obra é toda escrita em literatura de cordel e traz informações eslcarecedoras sobre a história da África e dos negros no Brasil. Com um tom crítico na medida certa, Nezite fala sobre o preconceito que existe[…]

Amanhã é dia de branco?

Era uma vez… Veja o que ele fez. Ou melhor, o que ainda faz! Inicio aqui minha provocação: será que não vivemos o apartheid social no nosso estado, no nosso país? Para começo de conversa, o apartheid é uma palavra oriunda do africânder apartheid, que significa “separação” em africano. Apartheid foi um regime segregacionista e separatista da África do Sul, que deixou marcas ao longo da história. Ele negava, rigorosamente, os direitos sociais, econômicos e políticos dos negros, que eram controlados por uma minoria branca de europeus ( holandeses e ingleses). O regime vigorou até 1994. Um dos principais ícones na luta contra o apartheid foi Nelson Mandela. No Brasil, muito se lutou e se luta pelos direitos e oportunidades[…]

Vamos contar um conto?

Vamos contar um conto?

O episódio em questão do quadro Ser professor, do programa Intervalo, fala sobre a arte de contar um conto. Neste episódio, apresentaremos o projeto da professora Gilbene Esquivel – O prazer do conto. O projeto consiste na utilização da literatura de cordel como ferramenta cultural e identitária para o ensino de história. A professora Gilbene Esquivel leciona no Colégio Estadual Germano Machado Neto, localizado no bairro de Marechal Rondon. Ela realiza um trabalho que alia os conteúdos de história à poesia, utilizando como metodologia o cordel como instrumento de ensino e aprendizagem. Esse trabalho se inicia com oficinas, ministradas pela arte-educadora Gilbene Esquivel, com duração de 10 horas: 4 horas para o ensino do cordel, 2 horas para conhecerem a[…]

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