InFormação

Tecnologia na Educação, ferramenta ou metodologia?

Tecnologia na Educação, ferramenta ou metodologia?

A tecnologia aqui apresentada, já é algo corriqueiro entre os estudantes, faz parte da vida deles, e nesse sentido, a escola precisa, de maneira coerente, também se inserir nesse contexto. É através da boa mediação docente e do estímulo ao uso qualificado das TDIC pelos estudantes, que a escola, efetivamente, possibilitará aos jovens o protagonismo crítico necessário, dificultando assim, que estes sujeitos sejam muitas vezes subjugados no universo tecnológico em que vivemos.

Baianidades e educação no 17º Simpósio Internacional Processos Civilizadores

Baianidades e educação no 17º Simpósio Internacional Processos Civilizadores

Norbert Elias foi um sociólogo e filósofo alemão, que viveu entre os anos de 1897 e 1990. De família judaica, foi perseguido pelo regime nazifascista e se exilou na França, em 1933. Sua obra traz contribuições importantes para o estudo das sociedades em seus aspectos teóricos e práticos. No Brasil, seu trabalho começou a ter mais destaque a partir dos anos setenta e assim segue até hoje. Os livros escritos por ele são fontes para muitas abordagens sobre a vida social e a história do Ocidente. Entre os dias 16 e 19 de outubro de 2018, realizou-se em Londrina – estado do Paraná, Brasil – o 17º Simpósio Internacional Processos Civilizadores (SIPC). O evento traz uma série pesquisas em diversas[…]

O pensar antes

O pensar antes

Olá, pessoal! Tudo bem? Textos imagéticos e sonoros, o fazer e os discursos audiovisuais que, contemporaneamente, nos cercam – sobretudo após o boom das redes sociais e no acesso das pessoas aos smartphones – estão em toda parte e cada vez mais vão sendo produzidos e se proliferando, muitas vezes, de forma indiscriminada. Isso vem acontecendo, independente dos realizadores, produtores em questão, serem profissionais da área de Comunicação e de terem conhecimento técnico, específico acerca de como planejar profissionalmente seus discursos em formato de vídeo. Isso, por um lado, pode ser interessante, se pensarmos que a possibilidade de produção e difusão desse conteúdo multimodal está cada vez mais ao alcance de muitas pessoas, mas também tem o lado ruim que[…]

Ser ou não ser, professor?

Ser ou não ser, professor?

A palavra “Professor” tem origem no Latim, sendo uma derivação de Professus que significa “pessoa que declara em público” ou “aquele que afirmou publicamente”. Mas que ironia! Há tempos não vejo está declaração em público, será por desprestígio? Será por desvalorização econômica e social? Ou será por simples ressignificação?

Em tempos de fake news, leituras críticas…

Em tempos de fake news, leituras críticas…

Está todo mundo falando em fake news, do congresso americano, ao seu Francisco, dono da quitanda aqui da rua. Ele me contou que foi vítima de uma fake news. Um conhecido lhe mandou um zap com a foto de sua esposa saindo de um hotel com um homem desconhecido. Ele brigou com a esposa e acabou se separando dela por causa disso. Tempos depois, descobriu que a esposa estava falando a verdade e que o conhecido que lhe mandou o zap tinha interesse em prejudicá-lo. Agora, a esposa não quer mais saber dele. As fake news são os mais novos, ao mesmo tempo velhos, problemas da nossa sociedade. Novos, porque agora, difundidos pelas redes sociais e pelos dispositivos móveis, potencializam[…]

Curso de Apropriações Tecnológicas na Educação Básica – ATEB

Curso de Apropriações Tecnológicas na Educação Básica – ATEB

Caros leitores, Hoje iremos falar de uma importante ação que contribuiu para a educação baiana,  realizada no Instituto Anísio Teixeira. Trata-se do curso de Apropriações Tecnológicas na Educação Básica – ATEB, que teve início no dia 30 de agosto deste ano. O propósito do curso é contribuir para a melhoria da educação básica por meio do estímulo às apropriações tecnológicas críticas, lúdicas, contextualizadas e colaborativas nos processos de ensino e aprendizagem que se desenvolvem nas escolas da Rede Estadual de Ensino. O curso é dividido em quatro módulos. Eles abordam as Tecnologias da Informação e Comunicação – TIC e Tecnologias Digitais em Rede – TDR com foco nas Tecnologias Educacionais, Mídias Livres e introdução aos processos de produção, compartilhamento, decupagem[…]

Conhecimento, cultura e poder na contemporaneidade: tecendo olhares outros

Conhecimento, cultura e poder na contemporaneidade: tecendo olhares outros

As dimensões do conhecimento, da cultura, da economia e da política ganham novos contornos na contemporaneidade, rompem e ao mesmo tempo reproduzem diversas formas tradicionais de saber e de viver. As revoluções tecnológicas vivenciadas na virada do milênio ganham alcance global e passam a influenciar cada vez mais os nossos cotidianos. Neste momento trava-se uma disputa político-ideológica em torno dos direitos e deveres das pessoas no que diz respeito ao acesso ao conhecimento, à liberdade de expressão, à privacidade, à diversidade cultural e à ética no uso das tecnologias digitais. A força e o interesse do mercado se colocam como protagonistas nas definições dos rumos do desenvolvimento científico e das apropriações tecnológicas. Na maioria das vezes as pessoas passam a[…]

Start what?

Start what?

Start what? Hello, folks! Vamos “startar” uma conversa? Você já deve ter ouvido alguém pronunciar esse neologismo, não? Bem… mas o que é “startar”? É,simplesmente, começar algo! “To start “ é um verbo do inglês que significa começar, iniciar. E “startup”? Qual sua definição? Qual sua real ideia? Aliás, ideia é,sem dúvida, uma das palavras que mais pulsa dentro de uma startup. Fig.1 Idea De acordo com o Wikipédia, uma start up é “uma empresa emergente que tem como objetivo desenvolver um modelo de negócio escalável, repetível, em condições de extrema incerteza, ao redor de um produto, serviço, processo ou plataforma. O modelo de negócios é a maneira como a empresa emergente gera valor, ou seja, como transforma seu trabalho em[…]

A Cultura Maker nas escolas

A Cultura Maker nas escolas

As práticas de ensino vivenciadas nos dias atuais, tanto nos espaços formais, como as escolas, quanto nos informais, estão entre as atividades mais antigas ainda desenvolvidas. É claro que com algumas mudanças em decorrência dos passar dos anos. Segundo Blikstein (2013), um professor do século XVI, embora tivesse que fazer um grande esforço para compreender os avanços no conhecimento, ele teria pouco trabalho para adaptar suas práticas de ensino ao modelo atual. Ele ainda menciona que técnicas como memorização e procedimentos teóricos ainda estão presentes nos métodos de ensino e aprendizagem, tanto da educação básica, quanto do ensino superior. Embora haja muitos resquícios de uma educação tradicional, pode – se dizer que houve alguns avanços no processo de ensino e[…]

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