História e Cultura Indígena

Radiola PW – Gramofone Lucas e Carlos – Tupinambá de Olivença

Por: Geize Gonçalves Lucas Santos Nascimento e Carlos Alberto Pereira de Araujo Júnior, do Colégio Estadual Indígena Tupinambá de Olivença – Ilhéus/Ba, levantaram a Concha Acústica do Teatro Castro Alves na 5ª edição do FACE – Festival Anual da Canção Estudantil, com a música  Somos Tupinambá. A composição tem como autores os próprios estudantes e foi feita em homenagem ao povo Tupinambá, bem como a todas as etnias indígenas quem lutam por reconhecimento e afirmação de sua cultura. Clique na imagem para assistir ao vídeo!

Cine Documental – Minha Escola, Meu Lugar – Colégio Pedro Álvares Cabral

O quadro Minha Escola, Meu Lugar, do programa Intervalo, apresenta a influência histórica e sociocultural de uma Unidade Escolar baiana com seu município ou seu bairro. Neste episódio, a escola evidenciada é o Colégio Estadual Pedro Álvares Cabral e a cidade de Porto Seguro. O Colégio Pedro Álvares Cabral foi a primeira instituição escolar estadual de Porto Seguro e por isso participou do homologaolvimento dessa cidade, assim como da vida escolar de boa parte de seus moradores. Porto Seguro atrai baianos e turistas pelas suas belezas naturais e por ser um museu a céu aberto, pois andar pelas ruas dessa cidade é remontar a história do Brasil. A presença da população indígena também é um traço marcante desse lugar que[…]

Física Tupiniquim

Um olhar mais atento ao cotidiano dos povos indígenas nos mostra, de forma bem peculiar, a aplicação de várias ciências no dia a dia desses povos, que vai desde a construção de suas moradias até a caça. Por sinal, é uma verdadeira arte o ato da caça que começa desde criança, passado de pai para filho. A escolha da madeira correta para a confecção do arco e flecha, que deve apresentar características peculiares, vai desde a combinação de algumas propriedades da matéria, como a elasticidade e resistência. Álias, falar em elasticidade no mundo contemporâneo é lembrar das várias aplicabilidades dessa propriedade da matéria em diversos objetos do nosso cotidiano, que vai desde o simples arco produzido pelos índios, aos dispositivos[…]

Cine Documental – Minha Escola, Meu Lugar – Tupinambá de Olivença

O quadro Minha Escola, Meu Lugar, do programa Intervalo, apresenta a influência histórica e sociocultural de uma Unidade Escolar baiana com seu município ou seu bairro. Neste episódio, a escola evidenciada é a Escola Estadual Indígena Tupinambá de Olivença e naquele distrito pertencente à cidade de Ilhéus. A aldeia Tubinambá de Olivença possui 23 comunidades, sendo uma urbana e as demais na zona rural. A escola indígena, 14 Km de Olivença, possui uma sede na Sapucaeira, que oferece Ensino Fundamental II, e mais 18 núcleos com Educação Infantil e Fundamental I. Professores, dirigentes escolares, estudantes, caciques participam dessa produção, mostrando suas impressões acerca da Escola Tupinambá de Olivença e seu papel na afirmação e continuidade da cultura e da luta[…]

LSKB e Índios Surdos

Português, Libras, japonês, francês, inglês ou alemão. Qual dessas línguas você conhece? E a LSKB? (Língua de Sinais Urubu-Kaapor). Ainda não? Então vão aí algumas informações: LSKB é a língua de sinais criada e utilizada cotidianamente pela tribo indígena Urubu-Kaapor que, para @s não índi@s, existe há mais de trezentos anos. O antropólogo e ex-senador Darcy Ribeiro homologaolveu estudos com essa tribo, a partir de 1949, evidenciando um histórico pouco amistoso entre @s kaapor e não índios, muitas vezes relacionado à demarcação do território indígena em relação a posseir@s, madeireir@s e outr@s. Kaapor, que em tupi-guarani significa povo da mata (ka’a= povo e por= mata) é considerado um dos povos muito resistentes à aculturação. Esses indivíduos concentram-se ao sul do[…]

Vai câmera. Vai áudio. Sou índio. Ação!

Os povos indígenas não querem apenas terra, querem diversão e arte. E aí, galera! O que vocês acham disso? Vamos trocar uma ideia sobre os povos indígenas e suas produções audiovisuais? Bom, vamos nessa. Perguntei ao meu filho de seis anos: “Como você imagina os índios?” E ele responde – A professora me falou que são aqueles povos que vivem na floresta e pinta nas paredes. Pensei: ainda hoje se ensina com saudosismo o que são e a que lugar “pertencem” os povos indígenas? Foi, então, que convidei meu filho para assistir comigo a um vídeo chamado “ Indígenas Digitais”, filme este que mostra que os indígenas estão longe de ser resquícios de uma história viva, “restos” de um passado[…]

II Seminário de Educação e Tecnologia: como foi o segundo dia

A sessão de compartilhamentos abriu as discussões do segundo dia do II Seminário de Educação e Tecnologia. Professoras e professores da rede estadual de ensino apresentaram aos participantes os trabalhos que homologaolveram em suas respectivas unidades escolares, com o auxílio das tecnologias digitais. Cristine Pires, do Colégio Estadual Professor Aristides de Souza Oliveira, falou sobre o Aristides em Ação; Atonio Vilas Boas, do Colégio Estadual de Conceição do Jacuípe, defendeu Outras Linguagens no Ensino de História; Rejane Ramos, do Colégio Estadual José Antônio de Almeida, apresentou o Movidos pela História. Logo após, formou-se a mesa Tecnologias Assistivas e Robótica Livre na Educação, com Patrícia Magris (do projeto Robótica Pedagógica Livre) e Marcos da Paz (do Guarux). Patrícia falou da relação[…]

Cine PW: Pajerama

Salve, salve, galera! Neste mês de abril, focamos nossas conversas nas questões que envolvem os povos indígenas, suas histórias, culturas e lutas. Foi um mês em que também compartilhamos conteúdos de autoria dos próprios indígenas, como textos, filmes e músicas. Além disso, contamos com o site temático “Culturas Indígenas”, que está disponível para consulta. Hoje, vamos indicar um curta-metragem em 3D chamado “Pajerama”. Trata-se da obra do diretor e criador Leonardo Cardaval, cuja história ilustra o contraste do encontro entre a realidade de sociedades industriais com as culturas indígenas. Na trama, que dispensa diálogos, o protagonista é um jovem indígena que vivencia experiências atemporais, descontínuas e entrelaçadas. O jovem encontra em sua caminhada elementos que revelam o quanto o homologaolvimento[…]

Juventudes indígenas e o Ensino Superior

Olá, pessoal! Reforçando nossas abordagens sobre a Cultura e Historia dos Povos Indígenas, falaremos sobre a realidade de jovens indígenas que se distanciam de suas comunidades para prosseguir com os estudos. A maioria precisa migrar para lugares distantes de suas aldeias, como algumas metrópoles, a fim de aprimorar a própria formação. É importante entender que esses jovens indígenas vão em busca da complementação dos estudos no intuito de adquirir outros conhecimentos para aplicarem em suas aldeias. Nesse sentido, potencializam seus enfrentamentos na luta contra a extinção das próprias histórias, culturas e saberes tradicionais. Na Bahia, segundo os dados publicados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, em 2010, 1.355 pessoas indígenas completaram o Ensino Superior e 7.350 ainda[…]

Culturas indígenas em debate

“O Brasil não foi descoberto. O Brasil foi invadido”. Essas palavras, ditas pela índia Potyra Tê Tupinambá, na videoconferência Apropriações tecnológicas no ensino – aprendizagem da história e cultura dos Povos Indígenas, realizada na quarta-feira, 23 de abril, no Instituto Anísio Teixeira (IAT), revelam a forma como os povos indígenas querem ser representados: sem invasão. E invasão, aqui, não é só metáfora; é constatação. Além de trazer reflexões sobre a cultura indígena, o principal objetivo da videoconferência foi o de estimular a implantação da Lei 11.645/08, que trata da obrigatoriedade de incluir no currículo oficial da rede de ensino a temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. A mestre em educação pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Rosilene Cataa[…]

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