Geografia

Maria Felipa – A heroína negra esquecida

Maria Felipa –  A heroína negra esquecida

Olá, pessoal! Quem aporta nas praias da Ilha de Itaparica, localizada na Baía de Todos os Santos, talvez nem possa imaginar que naquelas areias percorreu bravamente a figura que teve papel crucial nas lutas pela Independência da Bahia. Contrariando a conjuntura de sua época, que, às mulheres, sobretudo às mulheres negras, eram destinados servis papéis de subordinação na sociedade, Maria Felipa de Oliveira fez palco na história e atuou bravamente na liderança de seu território em busca de melhores tempos para o seu povo. Diferentemente de mulheres que atuaram nas disputas que culminaram no 2 de julho, a exemplo de Maria Quitéria e Joana Angélica, a guerreira itaparicana teve o seu nome diminuído na história oficial e foi relegada ao[…]

AFRObetizando: abadá ou abatá?

Imagem: http://outraspalavras.net Axé, mano! Hã? Calma, xará! Falta pouco! Carnaval está chegando! A propósito, já comprou seu abadá? Nem só de português vive o português! Se você é tagarela, então vamos bater um papo! Você sabia que, muito do que falamos tem sua origem em línguas africanas e falamos “africanglês”? Talvez, nem precise andar com um dicionário na mochila! Pra ninguém mangar de você e achar que você é um babaca, é melhor se informar! E se alguém te chamar de dengoso, ligue não! Só não dê uma de nenê! Você não precisa mais de nenhuma babá. Também não vale xingar, ficar ranzinza ou se encher de cachaça! Anda meio borocoxô? Está com calundu porque não achou ainda um xodó?[…]

Amanhã é dia de branco?

Era uma vez… Veja o que ele fez. Ou melhor, o que ainda faz! Inicio aqui minha provocação: será que não vivemos o apartheid social no nosso estado, no nosso país? Para começo de conversa, o apartheid é uma palavra oriunda do africânder apartheid, que significa “separação” em africano. Apartheid foi um regime segregacionista e separatista da África do Sul, que deixou marcas ao longo da história. Ele negava, rigorosamente, os direitos sociais, econômicos e políticos dos negros, que eram controlados por uma minoria branca de europeus ( holandeses e ingleses). O regime vigorou até 1994. Um dos principais ícones na luta contra o apartheid foi Nelson Mandela. No Brasil, muito se lutou e se luta pelos direitos e oportunidades[…]

Novos desafios e exigências no mercado de trabalho

Olá! Conforme a Constituição Federal de 1988, o direito ao trabalho é assegurado como direito social fundamental. Lívia Mendes Moreira Miraglia, mestre em Direito do Trabalho,pela PUC de Minas, no seu trabalho “Em O Direito do Trabalho Como Instrumento de Efetivação da Dignidade Social da Pessoa Humana no Capitalismo”, diz que: “No que cinge ao direito ao trabalho, tem-se o direito individual subjetivo de todo homem de acesso ao mercado de trabalho e à capacidade de prover a si mesmo e à sua família,mediante seu próprio trabalho, que deve ser digno.”   Então?Acredito que você conheça a frase :“o trabalho dignifica o homem”. Mas, não seria o homem que dignifica o trabalho? O próprio trabalhador, através de sua postura ética[…]

2 DE JULHO

Olá, galera esperta! O mês de julho está prestes a começar e com ele vem um dos dias mais importantes na construção da independência do Brasil. Mais que isso, as histórias que envolvem o 2 de julho mostram personagens que fizeram trajetórias marcantes na historicidade da Bahia, e que reflete no imaginário coletivo do povo baiano. Com a chegada do general português Madeira de Melo, em fevereiro de 1822, a câmara de Salvador é fechada. Com isso, a tropa brasileira se refugia no Convento da Lapa, que fica no atual bairro de Nazaré. Surge então nessa história, a sóror Joana Angélica, que acolheu esses refugiados e por isso foi morta pelos soldados lusitanos com golpes de baioneta. Nesse momento, outros[…]

Cine Documental – Minha Escola, Meu Lugar – Pankararé

O quadro Minha Escola, Meu Lugar, do programa Intervalo, apresenta a influência histórica e sociocultural de uma Unidade Escolar baiana com seu município ou seu bairro. Neste episódio, a escola evidenciada é a Escola Estadual Ângelo Pereira Xavier e o Anexo, em Baixa do Chico – Raso da Catarina, e a aldeia Pankararé, em Brejo dos Burgos, município de Glória. Sob a liderança do Cacique Afonso e da pedagoga Patrícia Pankararé, essas unidades escolares atendem à clientela da Educação Infantil e Ensino Fundamental I. O diretor da extinta Direc 10, atual NRE 24,  professor Marcos Pires, também contribui com a gestão dessas escolas. A comunidade Pankararé é incansável na defesa de uma educação de qualidade, em suas terras. Professores, dirigentes, estudantes,[…]

Cine Documental – Minha Escola, Meu Lugar – Colégio Pedro Álvares Cabral

O quadro Minha Escola, Meu Lugar, do programa Intervalo, apresenta a influência histórica e sociocultural de uma Unidade Escolar baiana com seu município ou seu bairro. Neste episódio, a escola evidenciada é o Colégio Estadual Pedro Álvares Cabral e a cidade de Porto Seguro. O Colégio Pedro Álvares Cabral foi a primeira instituição escolar estadual de Porto Seguro e por isso participou do homologaolvimento dessa cidade, assim como da vida escolar de boa parte de seus moradores. Porto Seguro atrai baianos e turistas pelas suas belezas naturais e por ser um museu a céu aberto, pois andar pelas ruas dessa cidade é remontar a história do Brasil. A presença da população indígena também é um traço marcante desse lugar que[…]

Cine Documental – Minha Escola, Meu Lugar – Tupinambá de Olivença

O quadro Minha Escola, Meu Lugar, do programa Intervalo, apresenta a influência histórica e sociocultural de uma Unidade Escolar baiana com seu município ou seu bairro. Neste episódio, a escola evidenciada é a Escola Estadual Indígena Tupinambá de Olivença e naquele distrito pertencente à cidade de Ilhéus. A aldeia Tubinambá de Olivença possui 23 comunidades, sendo uma urbana e as demais na zona rural. A escola indígena, 14 Km de Olivença, possui uma sede na Sapucaeira, que oferece Ensino Fundamental II, e mais 18 núcleos com Educação Infantil e Fundamental I. Professores, dirigentes escolares, estudantes, caciques participam dessa produção, mostrando suas impressões acerca da Escola Tupinambá de Olivença e seu papel na afirmação e continuidade da cultura e da luta[…]

Radiola PW – Gramofone

Gramofone é um quadro do programa Intervalo que apresenta clipes musicais com estudantes e professores da escola pública baiana. Neste episódio, os clipes são do professor de História, Carlos Barros, que interpreta a música “Rua da Graça”, composição de Harlei Eduardo e a aluna Caroline Marques, com a música “Chuva da gente”. A Graça da cidade de Salvador Oitenta metros acima do nível do mar são a guarida do bairro da Graça na cidade de Salvador. Árvores e casas habitadas por pessoas da classe média e média alta soteropolitana caracterizam a população do lugar. Sua história está ligada aos momentos iniciais da colonização quando a região fazia parte da chamada Vila Velha do Pereira, que coincidia com a velha Salvador,[…]

Cine Documental – Minha Escola, Meu Lugar – Colégio Ypiranga

O quadro Minha Escola, Meu Lugar, do programa Intervalo, apresenta a influência histórica e sociocultural de uma Unidade Escolar baiana com seu município ou seu bairro. Neste episódio, a escola evidenciada é o Colégio Estadual Ypiranga e o bairro Dois de Julho, em Salvador. O Ypiranga funciona no histórico Solar do Sodré, datado do século XVII e tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1938. O poeta baiano Castro Alves (1847-1871) residiu nesse prédio nos seus últimos anos de vida. O tradicional bairro Dois de Julho, nome que registra a data da Independência da Bahia, está localizado no centro comercial de Salvador, mas guarda ares pitorescos de área residencial, além de possuir uma vista privilegiada para[…]

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