Geografia urbana

Em tempos de fake news, leituras críticas…

Em tempos de fake news, leituras críticas…

Está todo mundo falando em fake news, do congresso americano, ao seu Francisco, dono da quitanda aqui da rua. Ele me contou que foi vítima de uma fake news. Um conhecido lhe mandou um zap com a foto de sua esposa saindo de um hotel com um homem desconhecido. Ele brigou com a esposa e acabou se separando dela por causa disso. Tempos depois, descobriu que a esposa estava falando a verdade e que o conhecido que lhe mandou o zap tinha interesse em prejudicá-lo. Agora, a esposa não quer mais saber dele. As fake news são os mais novos, ao mesmo tempo velhos, problemas da nossa sociedade. Novos, porque agora, difundidos pelas redes sociais e pelos dispositivos móveis, potencializam[…]

Belo ou trágico?

Belo ou trágico?

Fala, comunidade! Água, do latim aqua, substância líquida e incolor, insípida e inodora, essencial para a vida da maior parte dos organismos vivos, cobre 70% da superfície terrestre, sob a forma de mares, lagos e rios. Mas será que sabemos administrá-la racionalmente de forma sustentável? Será que se faz necessária a devastação ambiental, a degradação econômica e social dos povos tradicionais e suas matrizes culturais, para o pleno desenvolvimento do Brasil? O papo de hoje é sobre a importância da água e suas políticas de sustentabilidades econômica, social e ambiental no Brasil. Segundo o Ministério do Meio Ambiente brasileiro, a matriz energética do país é considerada a matriz mais “limpa” e renovável do mundo, sendo que 45,3% é de matriz[…]

Salvador: da ocupação dos espaços à urgência de ocuparmos espaço

Salvador: da ocupação dos espaços à urgência de ocuparmos espaço

Fala, comunidade! Hoje, Salvador completa mais um aninho, são 469 anos de luta. Os desafios são enormes, principalmente no que se refere ao uso e ocupação de seu espaço geográfico (cartografia). Afinal de contas, existe uma cidade única ou uma cidade partida? Existe, na cidade do Salvador, espaços compartilhados, em que as estruturas de comércio e lazer são pensadas para usos comuns dos seus munícipes ou é possível pensarmos nesses espaços como áreas de exclusão? Depende. Devemos analisar, sobretudo, as estruturas que envolvem (historicamente) as relações sociais e econômicas nesses espaços, a mobilidade urbana em consonância a estas relações, a geografia urbana como metodologia de gestão pública, como epicentro dos fluxos e dinâmicas desta rede espacial. Nesse sentido é possível[…]

Nossos Colaboradores