Educação

Caravana Digital – A comunidade escolar em destaque!

Olá, amig@s! Em mais uma edição da Caravana Digital, evento promovido pela Rede Anísio Teixeira – Rede AT em parceria com as escolas estaduais da Bahia, pudemos conferir no Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira – CEAAT (São Marcos) e Colégio Estadual Mestre Paulo dos Anjos – CEMPA (Bairro da Paz) o quão participativos/as e engajados/as são os/as estudantes da rede pública de ensino. As mídias e tecnologias educacionais produzidas/difundidas pela Rede AT -Ambiente Educacional Web, TV Anísio Teixeira e Blog do Professor Web e Professora OnLine – foram apresentadas por meio de jogos e dinâmicas que agregam ludicidade aos conhecimentos dos estudantes e favorecem o fortalecimento de iniciativas que integram a ciência e a cultura na formação educacional. Durante[…]

Amanhã é dia de branco?

Era uma vez… Veja o que ele fez. Ou melhor, o que ainda faz! Inicio aqui minha provocação: será que não vivemos o apartheid social no nosso estado, no nosso país? Para começo de conversa, o apartheid é uma palavra oriunda do africânder apartheid, que significa “separação” em africano. Apartheid foi um regime segregacionista e separatista da África do Sul, que deixou marcas ao longo da história. Ele negava, rigorosamente, os direitos sociais, econômicos e políticos dos negros, que eram controlados por uma minoria branca de europeus ( holandeses e ingleses). O regime vigorou até 1994. Um dos principais ícones na luta contra o apartheid foi Nelson Mandela. No Brasil, muito se lutou e se luta pelos direitos e oportunidades[…]

Vamos contar um conto?

Vamos contar um conto?

O episódio em questão do quadro Ser professor, do programa Intervalo, fala sobre a arte de contar um conto. Neste episódio, apresentaremos o projeto da professora Gilbene Esquivel – O prazer do conto. O projeto consiste na utilização da literatura de cordel como ferramenta cultural e identitária para o ensino de história. A professora Gilbene Esquivel leciona no Colégio Estadual Germano Machado Neto, localizado no bairro de Marechal Rondon. Ela realiza um trabalho que alia os conteúdos de história à poesia, utilizando como metodologia o cordel como instrumento de ensino e aprendizagem. Esse trabalho se inicia com oficinas, ministradas pela arte-educadora Gilbene Esquivel, com duração de 10 horas: 4 horas para o ensino do cordel, 2 horas para conhecerem a[…]

Novos desafios e exigências no mercado de trabalho

Olá! Conforme a Constituição Federal de 1988, o direito ao trabalho é assegurado como direito social fundamental. Lívia Mendes Moreira Miraglia, mestre em Direito do Trabalho,pela PUC de Minas, no seu trabalho “Em O Direito do Trabalho Como Instrumento de Efetivação da Dignidade Social da Pessoa Humana no Capitalismo”, diz que: “No que cinge ao direito ao trabalho, tem-se o direito individual subjetivo de todo homem de acesso ao mercado de trabalho e à capacidade de prover a si mesmo e à sua família,mediante seu próprio trabalho, que deve ser digno.”   Então?Acredito que você conheça a frase :“o trabalho dignifica o homem”. Mas, não seria o homem que dignifica o trabalho? O próprio trabalhador, através de sua postura ética[…]

OK ou Oxente?

E… já foi! Stop! Falei o quê mesmo? Pois bem … Já que estamos no mês da Independência, que tal falarmos da independência linguística? Se é que isso existe!É bastante controverso! Os esforços partem de muitos defensores para proteger a identidade brasileira. A língua é o elemento basilar para a existência e formação de todo um conjunto de elementos para a constituição da cultura nacional. O português é comum a todo território brasileiro salvo as particularidades e especificidades regionais. Para o nosso saudoso Ariano Suassuna não havia controvérsia e era bastante categórico: “Não troco meu oxente pelo OK de ninguém.” A questão é: Nossa língua portuguesa não é pura! Boa parte da influência tem origem no latim, grego, árabe, espanhol,[…]

Ser Professor: Flávio Márcio

Ser Professor: Flávio Márcio

Fala, galerinha! O episódio em destaque de hoje, do quadro Ser professor, do programa Intervalo, fala de poesia e história. Em 2003, o professor de história da rede pública de ensino, Flávio Márcio Sacramento, com o intuito de deixar suas aulas mais dinâmicas e participativas, ampliando a noção de arte, literatura e história, proporcionando a seus alunos uma visão mais ampla do que é aprender criando, pensou o projeto O Ensino da História por Meio da Poesia, que vem beneficiando, anualmente, cerca de 120 alunos do 2º e 3º ano do ensino médio, do Colégio Estadual Professora Ana Bernardes, no bairro de Cajazeiras, em Salvador. A parceria entre o professor Flávio e os alunos fica evidente no quadro quando, juntos, recitam[…]

E essa tal de Sustentabilidade?

E essa tal de Sustentabilidade?

Fala, galera do bem! Neste mês, se fala muito de sustentabilidade e suas questões, devido ao dia 5 de junho, dia em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente. Esse dia foi instituído em nosso calendário pelas nações unidas em 1972, em decorrência da primeira conferência mundial sobre o meio ambiente, em Estolcomo, na Suécia, onde também foi construído o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. O termo Sustentabilidade foi introduzido pela primeira vez nas discussões sobre o homologaolvimento humano, neste planeta, pelo analista Lester Brown na década de 1980. Lester é fundador do Worldwatch Institute e nos deixou como conceito de uma sociedade sustentável aquela que tem a capacidade de satisfazer suas necessidades, sem reduzir[…]

Cine Documental – Minha Escola, Meu Lugar – Pankararé

O quadro Minha Escola, Meu Lugar, do programa Intervalo, apresenta a influência histórica e sociocultural de uma Unidade Escolar baiana com seu município ou seu bairro. Neste episódio, a escola evidenciada é a Escola Estadual Ângelo Pereira Xavier e o Anexo, em Baixa do Chico – Raso da Catarina, e a aldeia Pankararé, em Brejo dos Burgos, município de Glória. Sob a liderança do Cacique Afonso e da pedagoga Patrícia Pankararé, essas unidades escolares atendem à clientela da Educação Infantil e Ensino Fundamental I. O diretor da extinta Direc 10, atual NRE 24,  professor Marcos Pires, também contribui com a gestão dessas escolas. A comunidade Pankararé é incansável na defesa de uma educação de qualidade, em suas terras. Professores, dirigentes, estudantes,[…]

Cine Documental – Minha Escola, Meu Lugar – Colégio Pedro Álvares Cabral

O quadro Minha Escola, Meu Lugar, do programa Intervalo, apresenta a influência histórica e sociocultural de uma Unidade Escolar baiana com seu município ou seu bairro. Neste episódio, a escola evidenciada é o Colégio Estadual Pedro Álvares Cabral e a cidade de Porto Seguro. O Colégio Pedro Álvares Cabral foi a primeira instituição escolar estadual de Porto Seguro e por isso participou do homologaolvimento dessa cidade, assim como da vida escolar de boa parte de seus moradores. Porto Seguro atrai baianos e turistas pelas suas belezas naturais e por ser um museu a céu aberto, pois andar pelas ruas dessa cidade é remontar a história do Brasil. A presença da população indígena também é um traço marcante desse lugar que[…]

Cine Documental – Minha Escola, Meu Lugar – Tupinambá de Olivença

O quadro Minha Escola, Meu Lugar, do programa Intervalo, apresenta a influência histórica e sociocultural de uma Unidade Escolar baiana com seu município ou seu bairro. Neste episódio, a escola evidenciada é a Escola Estadual Indígena Tupinambá de Olivença e naquele distrito pertencente à cidade de Ilhéus. A aldeia Tubinambá de Olivença possui 23 comunidades, sendo uma urbana e as demais na zona rural. A escola indígena, 14 Km de Olivença, possui uma sede na Sapucaeira, que oferece Ensino Fundamental II, e mais 18 núcleos com Educação Infantil e Fundamental I. Professores, dirigentes escolares, estudantes, caciques participam dessa produção, mostrando suas impressões acerca da Escola Tupinambá de Olivença e seu papel na afirmação e continuidade da cultura e da luta[…]

Nossos Colaboradores