Antropologia

#Mulher, sujeito de direitos

#Mulher, sujeito de direitos

    Olá! No intuito de fortalecer a marcha em prol da erradicação da violência contra às mulheres, este texto traz informações pertinentes à sustentação desta bandeira, que pode ser reforçada, constantemente, não apenas na data de 08 de março, simbolicamente, escolhida para comemorar o Dia Internacional da Mulher e dar visibilidade a causa. É preciso batalhar durante os 365 dias do ano, em prol de resultados positivos, pois apesar de estarmos em pleno século XXI, a mulher ainda é vítima de crimes, como o feminicídio : “Quem abre os principais portais de notícia do país quase sempre se depara com algum episódio de violência cometido contra a mulher, afinal, são dez mulheres mortas por dia no Brasil, segundo dados[…]

Mulheres negras no cotidiano da cidade de salvador no século XIX

  Olá, pessoal do PW! Vocês já pararam para pensar sobre as experiências sociais das mulheres no passado? Esse texto convida a refletir a esse respeito, incorporando ao nosso repertório de conhecimentos histórias sobre mulheres negras no cotidiano da Bahia do século XIX. A família e a sociedade no Brasil são temas comumente pensados a partir dos pressupostos teóricos de Gilberto Freyre, na obra Casa Grande & Senzala (1933). Em seus escritos, as mulheres negras comparecem na condição de escravas a serviço da lavoura e da casa grande. É importante que professores e estudantes não se acostumem a pensar em um Brasil constituído assim, sob essa hierarquia estática e imutável. A realidade social é bem mais fluida e dinâmica e[…]

A Matemática dos superbenefícios dos senadores

Caro leitor, Este texto tratará exclusivamente dos subsídios e outros “direitos” dos senadores, que são parte dos políticos brasileiros que têm os maiores benefícios do mundo. No cenário político, o Brasil possui 57.949 vereadores, 5.568 prefeitos e o mesmo número de vice-prefeitos, 1059 deputados estaduais, 513 deputados federais, 81 senadores, 27 governadores e o mesmo número de vice – governadores, secretários municipais, secretários de estado, o presidente da República e o vice – presidente, ministros e seus assessores, e outros tantos servidores da máquina pública, das casas onde atuam esses políticos. Todos eles são funcionários do povo, trabalham pelo povo, ou deveriam! Quem paga o salário deles somos nós, por meio de 94 tributos que colocam o Brasil na 14ª[…]

A Geografia e seus caminhos – contribuições na era da informação

A Geografia e seus caminhos – contribuições na era da informação

Fala, galera! Beleza? Hoje, nosso papo é sobre os caminhos trilhados pela geografia contemporânea ou como alguns autores costumam chamar: geografia crítica. O termo “geografia” é utilizado desde o período conhecido como Antiguidade Clássica, termo muito utilizado para descrever os “acidentes” geográficos, ou melhor, os aspectos fisiográficos do planeta, como: o relevo, os tipos de biomas, as funções hídricas e físicas do rio, dentre outras. Por ser filha da ciência filosófica, a observação foi o ponto de partida para essa área do conhecimento humanista. Apenas no início do século XIX, passou a ganhar pompas de uma ciência concreta e aceita nas academias da Europa. Duas escolas se destacaram nesse processo: a escola Alemã, com sua teoria do determinismo geográfico, que[…]

Tecnologias Educacionais e o Antirracismo

  No mês dedicado à Consciência Negra, o Instituto Federal de Brasília (IFB) organizou a Semana de Reflexões Sobre Negritude, Gênero e Raça – SERNEGRA. Diz respeito a um evento técnico-científico, idealizado e organizado pelo Grupo de Pesquisa Estudos Culturais Sobre Classe, Gênero e Raça. Neste ano (2016), aconteceu a quinta edição do SERNEGRA, trazendo reflexões sobre a luta antirracista no Brasil, a teoria e a práxis decolonial, abordando os eixos: a colonialidade do poder, do saber e fazer ser, debruçada sobre questões como a Geopolítica do Poder e a possibilidade de uma arte e de uma pedagogia decolonial. A interculturalidade é o ponto forte desse Seminário, que contou com apresentações artísticas, oficinas, debates, filmes, palestra, simpósios temáticos com algumas[…]

Qual é a do Black?

Empoderamento, resistência e consciência. Atualmente, nos corredores das escolas, encontramos vários alunos, alunas e professores que decidiram assumir seus cabelos naturais. Cachos de todos os tamanhos, volumes e comprimentos desfilam um poder que transcende a simples beleza estética. Preferir o uso dos cabelos naturais é um encontro com a identidade. Mas será que é por isso mesmo que eles estão aderindo a esse visual natural? Bom, pode até começar como uma modinha, mas se transforma em algo muito maior. A partir do momento que esses jovens aceitam suas madeixas, começa um processo de autoconhecimento, fortalecendo  a construção de padrões estéticos próprios e desconstruindo os valores estéticos ocidentais. Eles passam a perceber que a discriminação não se dá apenas por palavras, se[…]

Outubro Rosa – a saúde pública para a mulher e para todos nós.

Outubro Rosa – a saúde pública para a mulher e para todos nós.

O câncer de mama é uma doença que acomete um número muito grande de pessoas no planeta. Sua incidência tem sido revertida em muita dor  para pacientes, familiares e amigos de indivíduos atingidos. O século XX viu um grande crescimento do número de casos de câncer de mama e também de ações médicas e sociais para tentar lidar melhor com o problema. Além de estar ligado à questão da saúde pública, a doença se relaciona também com aspectos sociais relativos, sobretudo às condições de saúde     da mulher, de alimentação inadequada, da falta do hábito da medicina preventiva e da genética, que responde por mecanismos que parecem disparar o crescimento desordenado de células no corpo. Na década de 90, um movimento[…]

Pluralidade Cultural: manifestações das partes do todo e do todo em diferenças fenotípicas

Olá, pessoal! Vamos bater um papo sobre pluralidade cultural, mas antes, vamos pensar sobre as manifestações culturais que se apresentam de forma plural tanto na cultura brasileira assim como entre os povos do mundo. E mais do que isso, vamos estabelecer uma relação desse pluralismo cultural brasileiro e mundial tais como, por exemplo, as manifestações culturais africanas ou japonesas com a pluralidade fenótica que se manifesta em alguns povos do mundo. Assim como são perceptíveis as diferenças entre o modo de cultura homologaolvida entre africanos e japoneses, também existem especificidades nas manifestações fenotípicas que acontece dentro da nossa espécie.                                             Fonte: Wikipédia Isso que dizer que todos nós mesmos pertencentes à mesma espécie Homo sapiens sapiens, apresentamos manifestações fenotípicas diferenciadas[…]

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