Os “invisíveis” da Campus Party

Estudante-repórter: Gilana Ferreira*

A Campus Party Bahia está sendo um sucesso: palestras, protótipos, campeonatos, você encontra tudo que estiver relacionado a tecnologia. Mas você já parou para pensar nos profissionais cujo trabalho é garantir o bem-estar e segurança das pessoas que estão no evento? Será que eles são lembrados? Será que são bem tratados? “Por incrível que pareça, quase fui destratado”, disse um dos seguranças da Campus, Bruno Silva. “Eu estava revistando uma mochila e lá tinha computador, notebook e a pessoa achou ruim. Algumas pessoas têm que entender que só estamos fazendo o nosso trabalho”.

Fig. 1: Bruno Silva: destratado na Campus Party. Foto: Gilana Ferreira

Jaqueline Cordeiro, membro do Corpo de Bombeiros, também opinou: “O fato é que muitas vezes estamos trabalhando e esse evento depende muito da gente, porém muitas pessoas não reconhecem o que estamos fazendo. Muitas vezes somos abordados por pessoas que acham que só porque pagaram, têm o direito de não ser gentis e educadas. Somos todos seres humanos e temos que ser tratados com a mesma igualdade, sendo que nós estamos aqui pra salvar a vida deles, caso seja preciso.”

Fig. 2: Corpo de Bombeiros de plantão na Campus Party. Foto: Gilana Ferreira

Já Luis Alberto, responsável pela limpeza do evento, diz que até agora não ocorreu nenhum caso assim com ele: “O pessoal daqui é muito educado, trata a gente muito bem”.

Fig. 3: A repórter Gilana Ferreira entrevista Luis Alberto: “O pessoal daqui é muito educado”. Foto: Marcos Vinicios

E você? O que acha de tudo isso? Deixe sua opinião aqui nos comentários.

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* Gilana Ferreira tem 15 anos, é estudante do Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira e integra a equipe da Cobertura Colaborativa Estudantil 2017

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