OUTUBRO ROSA E O ROSA

laçoOutubro Rosa, é uma campanha de conscientização realizada por diversos órgãos no mês de outubro dirigida à sociedade e às mulheres sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.

O movimento surgiu em 1990 na primeira Corrida pela Cura da doença, realizada em Nova York, e desde então é promovida anualmente na cidade. Entretanto, somente em 1997 é que entidades das cidades de Yuba e Lodi, também nos Estados Unidos, começaram a promover atividades voltadas ao diagnóstico e prevenção da doença, escolhendo o mês de outubro como epicentro das ações.

Hoje, o Outubro Rosa é realizado em vários lugares do mundo, inclusive no Brasil. O ‘rosa’ remete à cor do laço que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, com o ato de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc., motivando e unindo diversos povos em torno de tão nobre causa. Isso faz com que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar do mundo e abraçado por todos aqueles que amam a vida.

A cor-de-rosa é um tema tradicional dos quartos de meninas. Representa a fantasia, o encantamento e o mundo mágico vivido pelas princesas nos contos infantis. É a cor preferida de muitas meninas e adolescentes, expressando meiguice, doçura e inocência.

Mas, será que a cor rosa existe?

“Pode parecer bobagem, mas existe um enorme debate envolvendo o rosa. Se você pesquisar, vai descobrir que a cor rosa não existe no espectro visível de cores (que é composto pelas cores vermelha, alaranjada, amarela, verde, azul, anil e violeta) e ela nem é considerada uma onda ou partícula. O problema reside no fato de que o rosa é resultado da combinação dos comprimentos de onda roxo e vermelho que, curiosamente, se encontram em extremidades opostas do espectro de cores, portanto não se misturam!”

“Evidentemente, não estamos falando aqui de pigmentos — branco e vermelho — que podem ser combinados para conseguirmos determinada coloração, e para responder à questão da inexistência da cor rosa, primeiro temos que entender um pouquinho sobre a teoria das cores e como o nosso cérebro processa as tonalidades que os nossos olhos enxergam.”

“A retina — presente nos olhos humanos — é a estrutura responsável por transmitir as informações visuais ao cérebro. Ela é composta por milhões de bastonetes, que reagem aos estímulos luminosos, e cones, que reconhecem as cores e são de três tipos diferentes, sendo que cada tipo é sensível a um comprimento de onda específico: curto, médio e longo.”

“Agora, imagine o espectro visível de cores. Os comprimentos de onda mais longos correspondem às cores que vão do vermelho ao amarelo, os médios chegam até o verde, e os comprimentos de onda mais curtos correspondem às cores azuladas, chegando até o violeta. Percebeu que não existe nada de “rosa” até aqui?”

“Basicamente, as cores que enxergamos correspondem à forma como os nossos olhos interpretam a luz refletida pelos objetos que observamos. Absorvida a luz, esses órgãos veem o tom — ou o comprimento de onda — que o objeto “rejeita”. Sendo assim, quando todas as cores são refletidas, vemos a cor branca, e quando todas são absorvidas, vemos a preta.”

“É por essa razão que vemos as bananas como sendo amarelas, por exemplo, porque essa é a cor que elas refletem, enquanto absorvem as demais. Teoricamente, de acordo com os cientistas, o rosa corresponderia à ausência da cor verde. Mas, em realidade, se pararmos para pensar, assim como o rosa, as cores só existem nas nossas cabeças, onde são processadas pelo cérebro a partir dos estímulos luminosos capturados e transmitidos pelos olhos.”

“Isso significa que as cores não são propriedades da luz nem dos objetos que a refletem, mas sim ilusões criadas em nossas cabecinhas. Portanto, embora no espectro de cores simplesmente não exista um comprimento de onda que corresponda ao rosa — e é aqui que o “cientificamente” se encaixa —, seria errado dizer que essa cor não existe, pois, se fosse assim, teríamos que admitir que nenhuma outra cor existe também.” (Texto extraído do site Mega Curioso)

MEGA CURIOSO. Disponível em < http://www.megacurioso.com.br/fisica-e-quimica/39993-voce-sabia-que-cientificamente-a-cor-rosa-nao-existe-.htm>. Acesso em 06/10/2014, 15h.

OUTUBRO ROSA. Disponível em <http://www.outubrorosa.org.br/historia.htm>. Acesso em 06/10/2014, 8h45

WIKIPÉDIA. Disponível em < http://pt.wikipedia.org/wiki/Outubro_Rosa>. Acesso em 06/10/2016, 8h30.

Publicações relacionadas

OUTUBRO ROSA E O ROSA

Nossos Colaboradores