Novembro Negro – Depois dos navios negreiros, “outras correntezas”

Olá, pessoal! Tudo bem?

 

Estamos dando início ao Mês da Consciência Negra, em que se comemora algumas conquistas e busca-se outras vitórias. Esse é um momento oportuno para refletirmos acerca dos desdobramentos nas esferas política, social e cultural nos quais negros e negras estão inseridos. Foram muitos os desafios enfrentados pelos afrodescendentes desde o “fim do tráfico negreiro” e a abolição da escravatura. Apesar de toda contribuição na formação e no homologaolvimento do país, por muito tempo eles(as) estiveram esquecidos(as), desassistidos(as) socialmente, tendo que travar muitas batalhas para que seus direitos fossem reconhecidos.

Hoje, é impossível negar a marcante influência da cultura africana no nosso cotidiano, da arte a culinária, passando pela ciência, religião, música, literatura, dentre outras, ela se faz presente de forma muito intensa.

Temos personalidades negras que se destacam no cenário nacional, como o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, a Desembargadora baiana Luislinda Valois, Abdias do Nascimento, Makota Valdina, Luísa Mahin, mãe do abolicionista Luiz Gama, pessoas que fizeram e fazem a diferença, nos mostrando que mesmo com todas as dificuldades smos capazes de sair da invisibilidade para o reconhecimento.

Desta forma, neste mês desejamos unir ainda mais os nosso laços culturais, sociais, etc.,  em busca do verdadeiro reconhecimento da história do nosso país.

Confiram as abordagens que fizemos em anos anteriores – Cliquem aqui!

Abraços!


Novembro Negro – Depois dos navios negreiros, “outras correntezas”

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