Mangá na Educação, uma experiência multimodal estudantil

Olá pessoal! Tudo bem?

Vocês já ouviram falar na FEBRACE ? E em Mangás?

Pois é: a matéria da Rede em Movimento de hoje vai, através de um texto multimodal, tratar um pouco disso e de como eles se relacionam.

A FEBRACE é a Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, que tem por objetivo estimular o desenvolvimento de projetos criativos e inovadores, bem como, aproximar as escolas públicas e privadas das Universidades, e os jovens das diferente culturas e de reconhecidos cientistas. A FEBRACE assume um papel de cunho social relevante, tendo em vista o incentivo a criatividade e ao pensamento crítico dos sujeitos da educação básica, por meio de projetos com fundamentação científica.

Na edição de 2018, a Feira de Ciência e Engenharia contou com a participação de alguns estudantes baianos, dentre eles os autores do “Desvendando as regiões da Bahia através da criação de mangás” , Lucas Max e Bianca Rodrigues. Sob a orientação dos professores Jorge Lúcio Rodrigues das Dores e Juciane Cerqueira de Souza, do Colégio Estadual Edvaldo Brandão Correia, os estudantes, inicialmente, realizaram aulas de campo em alguns municípios baianos, o que proporcionou a idealização e desenvolvimento do projeto.

Mangás construídos pelos estudantes Lucas Max  e Bianca Rodrigues do Colégio Estadual Edvaldo Bandão Correia.

Com o intuito de retratar as histórias das regiões da Bahia, que muitas vezes não aparecem nos livros didáticos, Lucas e Bianca fizeram uma coleção de mangás para serem distribuídos e utilizados como material paradidático na escola, de maneira que os demais estudantes tivessem acesso a informações sobre a parte histórica e também sobre algumas situações de degradação e desrespeito com o meio ambiente em nosso estado.

O primeiro mangá traz, por meio da ficção, os problemas ambientas na cidade de Camamu localizada na Costa do Dendê, enquanto o segundo aborda um pouco da histórico do garimpo no Parque Nacional da Chapada Diamantina.

 

Estudantes autores: Lucas Max e Bianca Rodrigues.

 

“A nossa história precisa ser contada para a novas gerações, para que a nossa cultura não se perca. Não podemos parar! Sigam , Estudem! O conhecimento é bom e muda a vida das pessoas”,  disse Lucas.

Assista, na sequência, à entrevista de Bianca Rodrigues e Lucas Max sobre esse trabalho valoroso com mangás. Estes estudantes foram premiados na FEBRACE 2018 com o  destaque ABRIC em Iniciação Científica.

Se ligue aí!

 

 

Mangá na Educação, uma experiência multimodal estudantil

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