As TICs e o cotidiano: o que seria de mim sem você?

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E aí, meu povo! 

Imagine todas as pessoas compartilhando todo o mundo”! Esta é uma frase cantada por John Lennon, e não é tão difícil verificarmos que o mundo hoje está, conforme previsto por ele, (com)partilhando partes do todo, entretanto em um formato bem diferente.

Redes sociais, internet, blogs, sites e demais possibilidades que o computador nos permite hoje, faz a gente ir adiante, sem ao menos sair de casa, cria uma “doce ilusão” de encontros através de conexões digitais, em ambiente virtual. Quantos conteúdos e notícias sabemos em tempo real? Quantos ambientes e lugares lindos visitamos? Quantas pessoas “conhecemos” sem menos(?) E como tudo que surge no mundo social-real (mundo sensitivo) divide opiniões, não estaria a “era digital” fora desta regra. Há os que a amem e buscam usá-la cada vez mais, inserindo-a em seu cotidiano para quase tudo. Bem como há os que a resistem. Alguns alegam que a sensação que o mundo digital causa é ilusória, não consegue reunir verdadeiramente as pessoas em um mesmo espaço real, mas substitui este pelo espaço virtual.

Contudo, seja qual for o posicionamento, uma coisa é certa: a era digital mudou consideravelmente o cotidiano de quem usa e dos que não usam diretamente, influindo na rotina, mudando hábitos e, sobretudo, compartilhando os mundos – culturas – diferentes. E olha que nem sempre foi assim, também nem era possível conceber esta ideia.

O que para os mais velhos era comum, hoje é inimaginável entre os jovens, como brincar livremente de pique esconde, gude, pular corda, peteca, cinco-marias, amarelinha, soltar pipas e etc. A recíproca é verdadeira: parece que as crianças de hoje já nascem com “www”, “underline” “iPhone”, “iPad” e “arroba” no DNA, eles parecem “cibercrianças”. Nenhuma dessas linguagens os assustam tanto quanto a um adulto quando começa a lidar com estes termos e equipamentos. Se antes, para confeccionar uma maquete, @ professor/a passava uma lista de materiais para os alunos comprarem; hoje, com a ajuda da computação, é possível criar a maquete num ambiente que foge da realidade, daquilo que é palpável. Mas isso também auxilia, por exemplo, se o objetivo for compreender o uso das figuras geométricas estudadas em matemática; verificar como se dá a construção de maquetes correlacionando conteúdos como profundidade, superfície, vértice, polígonos e etc. Abrindo novas possibilidades de entrelaçar os conteúdos (interdisciplinarização).

E quem foi que disse que só até bem pouco tempo atrás poderíamos mudar o mundo? Este exemplo nos faz pensar que agora, sim, mais do que nunca, com toda possibilidade de nos conectar com o mundo todo, em tempo real, podemos mudar o mundo e transformá-lo em um lugar melhor de e para tod@s, unidos em suas particularidades. Sim, nós podemos!

Vivemos numa realidade virtualizada? Ou numa virtualidade realizada? Ou as duas? Ou nenhuma? (autor desconhecido)

Até mais!

As TICs e o cotidiano: o que seria de mim sem você?

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